A Coopavam foi convidada pelo
Governo do Estado de Mato Grosso a participar do Projeto EXPEDIÇÃO RONDON
ROOSEVELT 100 ANOS DEPOIS”. Como
experiência de referência socioambiental, reconhecida em nível nacional pela
Organização das Nações Unidas, com o prêmio Objetivos de Desenvolvimento do
Milênio – ODM, a Cooperativa vai ser objeto de interesse desta expedição por
desenvolver um trabalho que envolve povos indígenas e agricultores familiares
numa atividade sustentável, que é o extrativismo da castanha do Brasil.
No início do século XX, a
expedição Rondon Roosevelt contou a história do Brasil em dois dos maiores
biomas do mundo, vivenciada por dois heróis, um brasileiro descendente de
indígenas, Marechal Cândido da Silva Rondon e um ex-presidente americano,
Theodore Roosevelt. Baseada na primeira expedição científica realizada em 1914,
no centro norte do Brasil, a expedição de 2015 tem o intuito de documentar a
transformação social, econômica, ambiental e cultural dessa região. Serão
apresentados aos telespectadores os principais modelos econômicos sustentáveis
nos 5 estados explorados.
Um século após a primeira
incursão do homem branco no Pantanal e na Amazônia, responsável pela largada no
desenvolvimento dessa região, os exploradores da expedição de 2015 aceitaram o desafio
de reviver essa aventura. Eles terão 8 semanas para cruzar 5 estados brasileiros
e percorrer mais de 11 mil quilômetros de floresta, rios, estrada de terra e muita
história. Os aventureiros irão registrar o desenvolvimento econômico, cultural,
ambiental da rota histórica de Rondon e Roosevelt apresentando os principais
modelos de empreendimentos econômicos sustentáveis do centro norte do país.
Será produzido um documentário
com enfoque histórico e científico que vai traçar um profundo paralelo entre a
expedição de 1914 e 2015 com base no acervo histórico do Exército Brasileiro e
da Biblioteca Nacional do Congresso Americano revelando as principais iniciativas
sustentáveis nos estados de MT, MS, RO, AM e PA.
As principais metas do projeto
são mostrar as micro estórias dos personagens locais, culturas e sua relação
com o meio ambiente; novos modelos de desenvolvimento econômico; e apresentar
projetos que possam ser referência de desenvolvimento econômico no Brasil, em
especial na região Amazônica, pelos próximos 100 anos.
Entre os principais resultados a
expedição espera estimular o olhar humano para uma agenda positiva sobre
exemplos concretos de ações e projetos inovadores que já estão construindo uma
nova realidade econômica sustentável; construir uma nova plataforma para troca
de tecnologias sustentáveis; e desenvolver um portal colaborativo, que
permitirá o compartilhamento de informações e tecnologias sobre empreendimentos,
estudos e projetos sustentáveis ao redor do mundo.
Para a Coopavam fica a
expectativa de mostrar a sua experiência ao país e desta maneira poder ajudar
outras comunidades da região amazônica e de outros biomas brasileiros a
encontrar um caminho, que considere a perspectiva do desenvolvimento humano
aliado a conservação da biodiversidade dos ambientes. Principalmente as etnias
indígenas, com suas terras tão conservadas até agora, que possam assegurar este
patrimônio para as gerações futuras, e garantir o desenvolvimento sustentável do
país.
Fonte: DN Notícias com Assessoria

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