Os técnicos visitaram a sede da Cooperativa e da Associação de Mulheres Cantinho da Amazônia-AMCA em Juruena, conheceram a sede do PSF e a documentação de controle financeiro e de atividades realizadas pela equipe que trabalha no Projeto. Acompanharam uma apresentação detalhada da coordenação do Projeto sobre os resultados alcançados pelo PSF nesta primeira etapa e foram em campo comprovar a eficácia destes resultados.
Nesta primeira etapa foram adquiridos todos os equipamentos necessários a execução do Projeto, com a instalação de infra-estrutura para secagem e armazenamento de castanha do Brasil próxima aos castanhais nativos. O suporte técnico para a garantia de manutenção da qualidade da matéria-prima tem sido oferecido às comunidades, bem como equipamentos para dar agilidade na logística e no processamento prévio.
Em atividades de treinamento foram envolvidas 850 pessoas, recursos foram investidos na aquisição de veículos, no mapeamento dos castanhais, na construção de barracões para armazenamento, aquisição de combustível para transporte e de matéria prima nas terras indígenas Apiaká-Cayabi e Cinta larga de Aripuanã, com o apoio da Funai e das Associações Passapkareej, Kawaiweté, Acaim e do Instituto Munduruku, que são organizações parceiras diretamente envolvidas no PSF.
Para Luzirene Coelho, presidente da Coopavam, o PSF é uma iniciativa importante, pois envolve parcerias entre os indígenas e agricultores, que permitem aumentar a escala de produção, trazendo benefícios a todos. “Meu sonho é ver que esta rede de parceiros poderá caminhar sozinha e muito mais fortalecida, mesmo ao final deste Projeto”, afirmou ela.
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Assessoria
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