Com a nova lei, as mães de recém-nascidos com até seis meses de vida terão direito a espaço de amamentação e um acompanhante, que ficará no local com a criança durante a realização da prova.
A mãe concurseira poderá amamentar por trinta minutos a cada duas horas e terá direito à compensação deste tempo ao final da prova. Para reivindicar o direito, a mãe deverá indicar sua necessidade durante a inscrição e apresentar a certidão de nascimento da criança na hora da prova.
Para Nariel Iatskiu, 30 anos, a conquista é extremamente significante para as mães. Ela prestou concurso público para a Assembleia Legislativa em 2013, e teve que se afastar do seu bebê, que tinha três meses, durante a realização da prova escrita.
"Na época, meu filho mamava a cada duas horas. Essa foi a única vez que me ausentei e que o leite foi administrado de outra maneira, na colherinha. É claro que sentimos falta, nós dois sentimos", conta.
No processo seletivo da Assembleia Legislativa, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) já permitia a amamentação durante as provas, mas Nariel não sabia de seu direito e não solicitou o atendimento especial. Para ela, esta é a principal dificuldade: o desconhecimento do direito.
"Precisamos divulgar essa lei, para que todas as mamães saibam que têm esse direito! Quando fiz o concurso poderia ter pedido sala especial, mas, como não sabia, não pedi. Muitas desistem de fazer a prova por motivos como esse", revela.
Apesar de não ter solicitado a sala especial, Nariel conta que conseguiu negociar com a equipe da FGV para poder amamentar durante a realização da prova prática.
"Como a espera pra fazer a prova prática era longa, meu esposo trouxe meu filho e quando terminei de amamentar fiz a prova. E o pessoal da FGV ainda me disse que eu poderia ter avisado antes, que eles teriam organizado uma sala reservada. Eles foram super compreensivos, me ofereceram até uma sala pra amamentar".
A proposta é de autoria do ex-deputado estadual Walter Rabello, falecido em 9 de dezembro de 2014. "Acho de extrema importância que essa assistência seja dada a todas as lactantes e consequentemente, aos seus filhos. A amamentação não é só alimento. É, acima de tudo, presença, carinho, contato e troca", finaliza Nariel.
A mãe concurseira poderá amamentar por trinta minutos a cada duas horas e terá direito à compensação deste tempo ao final da prova. Para reivindicar o direito, a mãe deverá indicar sua necessidade durante a inscrição e apresentar a certidão de nascimento da criança na hora da prova.
Para Nariel Iatskiu, 30 anos, a conquista é extremamente significante para as mães. Ela prestou concurso público para a Assembleia Legislativa em 2013, e teve que se afastar do seu bebê, que tinha três meses, durante a realização da prova escrita.
"Na época, meu filho mamava a cada duas horas. Essa foi a única vez que me ausentei e que o leite foi administrado de outra maneira, na colherinha. É claro que sentimos falta, nós dois sentimos", conta.
No processo seletivo da Assembleia Legislativa, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) já permitia a amamentação durante as provas, mas Nariel não sabia de seu direito e não solicitou o atendimento especial. Para ela, esta é a principal dificuldade: o desconhecimento do direito.
"Precisamos divulgar essa lei, para que todas as mamães saibam que têm esse direito! Quando fiz o concurso poderia ter pedido sala especial, mas, como não sabia, não pedi. Muitas desistem de fazer a prova por motivos como esse", revela.
Apesar de não ter solicitado a sala especial, Nariel conta que conseguiu negociar com a equipe da FGV para poder amamentar durante a realização da prova prática.
"Como a espera pra fazer a prova prática era longa, meu esposo trouxe meu filho e quando terminei de amamentar fiz a prova. E o pessoal da FGV ainda me disse que eu poderia ter avisado antes, que eles teriam organizado uma sala reservada. Eles foram super compreensivos, me ofereceram até uma sala pra amamentar".
A proposta é de autoria do ex-deputado estadual Walter Rabello, falecido em 9 de dezembro de 2014. "Acho de extrema importância que essa assistência seja dada a todas as lactantes e consequentemente, aos seus filhos. A amamentação não é só alimento. É, acima de tudo, presença, carinho, contato e troca", finaliza Nariel.
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