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A presidente Dilma Rousseff vai sancionar nesta segunda-feira, dia 2, sem vetos, a nova Lei dos Caminhoneiros. Por meio de nota, o Palácio do Planalto informou que a decisão foi tomada diante da liberação de quase todas as rodovias federais e da redução das manifestações de caminhoneiros.
A nova lei assegura aos profissionais isenção de pagamento de pedágio para eixo suspenso de caminhões vazios, perdão das multas por excesso de peso expedidas nos últimos dois anos e ampliação de pontos de parada para descanso e repouso. Além disso, a nota informa que o governo vai negociar com o Congresso prorrogação por 12 meses das parcelas de financiamentos de caminhões adquiridos pelos programas ProCaminhoneiro e Finame do BNDES.
Antes do anúncio da Presidência no fim da noite de ontem, Ivar Schmidt, do Comando Nacional de Transporte, um dos líderes da categoria, diz que o governo não atendeu a reivindicações do grupo de caminhoneiros que decidiu manter o bloqueio das estradas, mesmo após o primeiro acordo fechado na semana passada.
Schmidt, que afirma controlar bloqueios nas estradas federais e estaduais em sete estados do país, disse que apresentou ao governo uma pauta com sete reivindicações, sendo uma das principais a criação do preço mínimo do frete.
GOVERNO NÃO COMENTA
Apesar de o governo se mostrar irredutível em relação à redução do preço do combustível, a categoria aceitou os outros seis pontos e o acordo foi fechado. Mas não foi anunciado pelo governo, como queriam esses líderes.
— O movimento podia ter se encerrado na sexta-feira. Com isso, continua firme e forte, estamos com 120 pontos de bloqueio em rodovias estaduais e federais. Infelizmente, o governo só entende a linguagem da pressão. Política e feijão só amolecem na pressão.
Procurada, a secretária-geral da Presidência não comentou as declarações do sindicalista.

Donasci / Agência O Globo
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