A direção estadual do Partido da República (PR) irá se reunir na próxima terça-feira (3) desta semana para buscar amenizar o racha na legenda após a disputa da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. O articulador da reunião é o secretário-geral da legenda, deputado Emanuel Pinheiro (PR).
O primeiro passo será convencer o deputado Mauro Savi (PR) a não deixar a sigla, conforme ele já adiantou que pretende fazer. Com o surgimento de novos partidos, Savi encontraria uma brecha na lei de fidelidade partidária para migrar de legenda.
O primeiro passo será convencer o deputado Mauro Savi (PR) a não deixar a sigla, conforme ele já adiantou que pretende fazer. Com o surgimento de novos partidos, Savi encontraria uma brecha na lei de fidelidade partidária para migrar de legenda.
A insatisfação de Savi se dá por conta de ter sido preterido pelo deputado Odenir Bortolini, o Nininho (PR), atual primeiro-secretário da Mesa. Savi havia composto com Guilherme Maluf para se manter na Primeira-secretaria da Casa, porém, após interferência do Executivo, Nininho compôs com o tucano.
A Mesa Diretora ainda tem Wagner Ramos (PR) também na composição. Sebastião Rezende (PR) apoiou a nova formação. De acordo com este cenário, Emanuel coloca que atualmente o PR possui três deputados aliado do governo, Savi na oposição e ele atuando de forma independente. O secretário-geral pretende convencer Mauro Savi a deixar o grupo de oposição.
O próprio Emanuel também foi “traído” no processo eleitoral da Mesa Diretora. Ele havia montado uma chapa com Eduardo Botelho (PSB), que supostamente seria com o apoio do governador Pedro Taques (PDT), porém, o socialista recuou para apoiar a chapa Maluf e Nininho, deixando Pinheiro isolado. Apesar de toda a disputa que provocou o racha, que pode acabar esvaziando o partido, caso Savi deixe a legenda e leve com ele seu grupo político, o presidente da sigla, senador Wellington Fagundes não convocou nenhuma reunião durante este processo para tentar amenizar a situação.
Esta ausência dos líderes no processo é algo que gerou críticas de Savi. Para isso, Pinheiro garante que o senador deve participar da reunião que não deverá mais ser adiada, já que desde novembro do ano passado a direção articula se reunir, fato que não ocorreu. Pinheiro ressaltou ainda que o partido irá primeiro trabalhar para reconstruir esta união, para depois analisar o que será feito com relação às direções municipais.
Apesar de o PR ser aliado do prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) e fazer parte da administração municipal, Pinheiro diz que uma resolução do partido defende candidatura própria. No entanto, ele foge do assunto quando é questionado sobre quem poderia disputar a Prefeitura da capital em 2016 dentro do PR. O parlamentar adianta que por enquanto, o PR ainda mantém o apoio ao prefeito.
A Mesa Diretora ainda tem Wagner Ramos (PR) também na composição. Sebastião Rezende (PR) apoiou a nova formação. De acordo com este cenário, Emanuel coloca que atualmente o PR possui três deputados aliado do governo, Savi na oposição e ele atuando de forma independente. O secretário-geral pretende convencer Mauro Savi a deixar o grupo de oposição.
O próprio Emanuel também foi “traído” no processo eleitoral da Mesa Diretora. Ele havia montado uma chapa com Eduardo Botelho (PSB), que supostamente seria com o apoio do governador Pedro Taques (PDT), porém, o socialista recuou para apoiar a chapa Maluf e Nininho, deixando Pinheiro isolado. Apesar de toda a disputa que provocou o racha, que pode acabar esvaziando o partido, caso Savi deixe a legenda e leve com ele seu grupo político, o presidente da sigla, senador Wellington Fagundes não convocou nenhuma reunião durante este processo para tentar amenizar a situação.
Esta ausência dos líderes no processo é algo que gerou críticas de Savi. Para isso, Pinheiro garante que o senador deve participar da reunião que não deverá mais ser adiada, já que desde novembro do ano passado a direção articula se reunir, fato que não ocorreu. Pinheiro ressaltou ainda que o partido irá primeiro trabalhar para reconstruir esta união, para depois analisar o que será feito com relação às direções municipais.
Apesar de o PR ser aliado do prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) e fazer parte da administração municipal, Pinheiro diz que uma resolução do partido defende candidatura própria. No entanto, ele foge do assunto quando é questionado sobre quem poderia disputar a Prefeitura da capital em 2016 dentro do PR. O parlamentar adianta que por enquanto, o PR ainda mantém o apoio ao prefeito.
Fonte: Diário de Cuiabá

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