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Um homem foi preso pela Delegacia de Polícia Judiciária Civil do município de São José dos Quatro Marcos (315 km a Oeste), na quarta-feira (04.02), logo após assassinar sua companheira. O acusado, Aírton Henrique de Vasconcelos, 57 anos, foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio.

O crime ocorreu na madrugada de quarta-feira (04.02), na cidade de Sapezal (480 km a Noroeste), onde a vítima Salete Turazi Miyashita foi morta a golpes de faca dentro da própria casa, depois de discutir com Aírton. Após cometer o homicídio o suspeito foragiu do local.

Com  apoio de denúncia, a Polícia Civil descobriu que o autor do crime estava escondido no sítio Pedra Branca, que fica no Parque Industrial, estrada do Caeté, zona rural de São José dos Quatro Marcos, onde investigadores cumpriram diligências e conseguiram localizar o suspeito.

Aírton foi conduzido à Delegacia de Polícia e ouvido pelo delegado Carlos Augusto do Prado Bock. Durante interrogatório, o suspeito começou a negar a autoria, porém estava com marca de sangue na calça que vestia e com o dedo machucado vindo a confessar a ação criminosa.

Ele contou que morava com Salete há pouco mais de um ano e que desconfiava estar sendo traído pela mulher. Ainda no relato, Aírton alegou que ela estava estranha e possivelmente estaria tendo um caso amoroso com outro rapaz. Poucos antes de cometer o homicídio, os dois começaram a discutir e o preso contou ter sido muito ofendido pela companheira. Atormentado pelas palavras e agressividade da vítima, ele a atacou usando uma faca no momento em que ela tomava banho.

Para o delegado Carlos Augusto, o acusado contou que se lembra de ter desferido o primeiro golpe na altura do pescoço e depois mais duas facadas próximas ao peito da vitima, quando percebeu que a mesma não se mexia. Em seguida assustado, ele pegou seu veículo e fugiu do município de Sapezal.

O suspeito Aírton foi indiciado por homicídio. O preso deverá ser transferido para a Comarca de Sapezal, onde responde pelo crime.

A prisão inserida na operação "Sicários", da Polícia Civil, que visa encaminhar à Justiça 200 inquéritos de homicídio e latrocínio, no período de 100 dias. Ação integra a operação "Impacto" da Secretaria de Estado de Segurança Pública.


Da Assessoria
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