Ocorreu na quinta-feira (05) a 1ª Assembleia Geral Ordinária de 2015 do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso (SIMNO). O auditório esteve lotado de empresários associados em Juína e Brasnorte.
Diversos assuntos relevantes ao setor de base florestal foram tratados. A reunião foi presidida por Roberto Rios Lima que informou os presentes a cerca reuniões realizadas em Cuiabá junto à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), e Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), além da ida à China e Dubai, maior cidade dos Emirados Árabes Unidos, em compnhia de diversos empresários do estado, a convite da Fiemt.
Pedágio Ilegal
Foi tratada também a questão da BR-174, que liga Juína/MT à Vilhena/RO. Empresários do setor que necessitam retirar madeira daquela região e passar pela rodovia questionaram a cobrança abusiva de pedágios por parte de indígenas das etnias Enawene-Nawe e Cinta Larga. São quatro pontos, sendo dois em cada sentido, o que totaliza aproximadamente R$ 200, o valor gasto com diesel, revelou um empresário do setor.
Estradas
Os Associados indagaram a manutenção da BR-174, que segundo informações, uma empreiteira teria recebido recursos da união para fazê-la e até agora não se tem visto as melhorias. A estrada está bastante deteriorada.
Outra estrada que necessita de melhorias é a MT-183, que liga Juína à Aripuanã. De acordo com o presidente Rios, o prefeito em exercício, Zulmar Curzel (PTB), chegou a procurá-lo com a intenção de firmar uma parceria de manutenção, no entanto, após reunião com o governador Pedro Taques (PDT) foi informado de que o município receberá 15 mil litros de óleo para realizar as melhorias nessa e demais estradas estaduais.
Sebrae
O gerente da unidade Juína do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Wladimir Alves da Silva, esteve presente na reunião com o objetivo de ouvir as demandas do setor e ao mesmo tempo se colocar a disposição no intuito de fortalecer as indústrias com cursos voltados para a área de gestão. “A nossa intenção é trazer inovações que irão contribuir com o crescimento da indústria madeireira e moveleira da região noroeste”, disse.
Sesi e Rifa
A gerente do Serviço Social da Indústria (Sesi), unidade de Juína, Viviane Lima de Andrade, também marcou presença e informou dos projetos para 2015. A reunião abordou os últimos encaminhamentos para a realização da rifa que o sindicato está promovendo com o objetivo de sortear uma motocicleta Honda CG FAN 125, partida elétrica, cor preta e ano 2011/2012. Os cupons estão sendo vendidos ao valor de R$ 5,00 (cinco reais) e o sorteio ocorre no próximo dia 20 de fevereiro no próprio sindicato pelo sistema cumbuca.
Portarias
Outros problemas que afetaram o setor nas últimas semanas foram às portarias 443/2014, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e a 029/2015, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Elas foram discutidas em reunião na capital do estado entre o presidente do Simno, Roberto Rios, do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Geraldo Bento, outros sete presidentes de sindicatos, com o governador Pedro Taques (PDT).
O governador foi informado de que as portarias prejudicam de forma direta o setor, que hoje representa a 3ª economia do estado e o 4º do PIB de MT, gerando mais de 100 mil empregos e tendo mais de 1.600 empresas ativas. Para Rios, o setor de base florestal está sendo muito prejudicado pelas portarias e deve ser respeitado.
“Deixamos bem claro que essas portarias agridem o setor e quem também perderia seria o estado que deixaria de arrecadar muitos impostos. Explicamos também que hoje muitos empresários possuem em seus estoques madeiras de algumas espécies como Garapeira e Itaúba prontas pra carregar e não podem por conta do bloqueio imposto por essas portarias, iria acabar virando um caos dentro das indústrias”, revelou.
Por esse motivo, Roberto e os demais presidentes, pediram ao governador a suspensão imediata dessa portaria 029, que acabou por bloquear todas as madeiras do pátio e esplanadas que estão prontas para serem industrializadas ou comercializadas. A restrição ocorre diretamente no CC-Sema pelo sistema Sisflora. “Estamos na expectativa de que essa portaria seja suspensa, do contrário estamos preparando a documentação para entrar com mandado de segurança coletivo impetrado pelo Cipem em nome dos sindicatos”, disse.
Com relação à portaria 443, do MMA, que proíbe a exploração, transporte e comercialização de 30 essências, sendo 10 presentes em Mato Grosso, o presidente Rios foi franco ao declarar que precisa ser regulamentada para que se possa fazer manejo florestal nas espécies classificadas como vulneráveis (VU).
“O Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt ), estão se organizando, com objetivo de demonstrar para os governos que a portaria está equivocada, pois o estudo que deu origem a publicação da portaria 443/2014 não foi apresentado aos envolvidos não se sabe nem ao menos em quais áreas foi elaborado”, finalizou.
Diversos assuntos relevantes ao setor de base florestal foram tratados. A reunião foi presidida por Roberto Rios Lima que informou os presentes a cerca reuniões realizadas em Cuiabá junto à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), e Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), além da ida à China e Dubai, maior cidade dos Emirados Árabes Unidos, em compnhia de diversos empresários do estado, a convite da Fiemt.
Pedágio Ilegal
Foi tratada também a questão da BR-174, que liga Juína/MT à Vilhena/RO. Empresários do setor que necessitam retirar madeira daquela região e passar pela rodovia questionaram a cobrança abusiva de pedágios por parte de indígenas das etnias Enawene-Nawe e Cinta Larga. São quatro pontos, sendo dois em cada sentido, o que totaliza aproximadamente R$ 200, o valor gasto com diesel, revelou um empresário do setor.
Estradas
Os Associados indagaram a manutenção da BR-174, que segundo informações, uma empreiteira teria recebido recursos da união para fazê-la e até agora não se tem visto as melhorias. A estrada está bastante deteriorada.
Outra estrada que necessita de melhorias é a MT-183, que liga Juína à Aripuanã. De acordo com o presidente Rios, o prefeito em exercício, Zulmar Curzel (PTB), chegou a procurá-lo com a intenção de firmar uma parceria de manutenção, no entanto, após reunião com o governador Pedro Taques (PDT) foi informado de que o município receberá 15 mil litros de óleo para realizar as melhorias nessa e demais estradas estaduais.
Sebrae
O gerente da unidade Juína do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Wladimir Alves da Silva, esteve presente na reunião com o objetivo de ouvir as demandas do setor e ao mesmo tempo se colocar a disposição no intuito de fortalecer as indústrias com cursos voltados para a área de gestão. “A nossa intenção é trazer inovações que irão contribuir com o crescimento da indústria madeireira e moveleira da região noroeste”, disse.
Sesi e Rifa
A gerente do Serviço Social da Indústria (Sesi), unidade de Juína, Viviane Lima de Andrade, também marcou presença e informou dos projetos para 2015. A reunião abordou os últimos encaminhamentos para a realização da rifa que o sindicato está promovendo com o objetivo de sortear uma motocicleta Honda CG FAN 125, partida elétrica, cor preta e ano 2011/2012. Os cupons estão sendo vendidos ao valor de R$ 5,00 (cinco reais) e o sorteio ocorre no próximo dia 20 de fevereiro no próprio sindicato pelo sistema cumbuca.
Portarias
Outros problemas que afetaram o setor nas últimas semanas foram às portarias 443/2014, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e a 029/2015, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Elas foram discutidas em reunião na capital do estado entre o presidente do Simno, Roberto Rios, do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Geraldo Bento, outros sete presidentes de sindicatos, com o governador Pedro Taques (PDT).
O governador foi informado de que as portarias prejudicam de forma direta o setor, que hoje representa a 3ª economia do estado e o 4º do PIB de MT, gerando mais de 100 mil empregos e tendo mais de 1.600 empresas ativas. Para Rios, o setor de base florestal está sendo muito prejudicado pelas portarias e deve ser respeitado.
“Deixamos bem claro que essas portarias agridem o setor e quem também perderia seria o estado que deixaria de arrecadar muitos impostos. Explicamos também que hoje muitos empresários possuem em seus estoques madeiras de algumas espécies como Garapeira e Itaúba prontas pra carregar e não podem por conta do bloqueio imposto por essas portarias, iria acabar virando um caos dentro das indústrias”, revelou.
Por esse motivo, Roberto e os demais presidentes, pediram ao governador a suspensão imediata dessa portaria 029, que acabou por bloquear todas as madeiras do pátio e esplanadas que estão prontas para serem industrializadas ou comercializadas. A restrição ocorre diretamente no CC-Sema pelo sistema Sisflora. “Estamos na expectativa de que essa portaria seja suspensa, do contrário estamos preparando a documentação para entrar com mandado de segurança coletivo impetrado pelo Cipem em nome dos sindicatos”, disse.
Com relação à portaria 443, do MMA, que proíbe a exploração, transporte e comercialização de 30 essências, sendo 10 presentes em Mato Grosso, o presidente Rios foi franco ao declarar que precisa ser regulamentada para que se possa fazer manejo florestal nas espécies classificadas como vulneráveis (VU).
“O Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e a Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt ), estão se organizando, com objetivo de demonstrar para os governos que a portaria está equivocada, pois o estudo que deu origem a publicação da portaria 443/2014 não foi apresentado aos envolvidos não se sabe nem ao menos em quais áreas foi elaborado”, finalizou.
-- Assessoria de Imprensa Simno

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