Os caminhoneiros e representantes do setor de transportes de cargas fecharam, esta manhã, a BR-163/364 em três pontos: Cuiabá, Jaciara e também na Serra de São Vicente. Na capital, o bloqueio é realizado em frente a um posto de combustíveis e a previsão é de que o manifesto se estenda até às 11h, quando será aberto por duas horas, fechando novamente às 13h e indo até às 19h. Nos outros pontos onde tráfego de caminhões e carretas foi liberado, o bloqueio voltou a ser retomado.
É o caso da BR-364 em Rondonópolis e BR-163 em Nova Mutum e Sorriso. Em Lucas do Rio Verde (onde o manifesto iniciou) a rodovia permaneceu interditada durante todo o final de semana. Ainda não há confirmação da retomada do bloqueio em Sinop. A assessoria de imprensa da Rota do Oeste informou que nestes pontos de interdição no Nortão, os manifestantes apontam para a não liberação do tráfego durante o horário do almoço.
Ainda não se sabe se o manifesto seguirá durante o período da noite. O bloqueio é para caminhões e carretas com cargas não perecíveis como grãos, roupas e outras mercadorias. Cargas vivas, como transporte de animais, estão passando. Os manifestantes também não estão dificultando a passagem de veículos, ônibus ou ambulâncias.
No entanto, congestionamento está sendo registrado devido as longas filas de caminhões e carretas na região. Conforme Só Notícias já informou, o manifesto iniciou no dia 18 em Lucas do Rio Verde. Os manifestantes tiveram uma reunião com o governador Pedro Taques que se comprometeu em fazer uma revisão do ICMS do óleo diesel (os manifestantes querem a redução da alíquota de 17% para 12%) e avaliar a fixação de uma tabela com o preço do frete.
Estas são as duas principais reivindicações da categoria no âmbito estadual. O movimento que começou a ganhar força, semana passada em Mato Grosso, e, nos últimos dias as adesões em vários Estados aumentaram. No Paraná são 13 rodovias com bloqueios. Nesta segunda-feira, a Fernão Dias, principal rodovia que liga Minas Gerais a São Paulo também teve bloqueio. Até agora, o governo federal não se posicionou se poderá baixar o preço do óleo diesel.
Fonte: Sónoticias

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