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| Foto: Reprodução |
A notificação recomendatória do Ministério Público Estadual à Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema), sobre o prolongamento da piracema, está gerando muita polêmica entre as pessoas que dependem deste mercado.
Ribeirinhos, pescadores profissionais, empresários do turismo, proprietários de barcos, pirangueiros e comerciantes de produtos de náutica e pesca estão preocupados com esta notificação do MPE, já que o resultado pode interferir diretamente tudo que envolve o mercado gerado pela pesca.
Um pescador profissional da cidade de Barão de Melgaço, localizada a cerca de 100km da Capital, identificado apenas como seu Juca questionou a proposta do MPE, passando o período de proibição da pesca de 4 para 6 meses, principalmente na questão do recurso pago, como no valor e quem vai pagar.
"Pescador algum aqui é assalariado, nós ficamos 4 meses recebendo este valor sem poder pescar, agora querem prolongar, isso vai prejudicar o milhares de pescadores, sem falar das pousadas, hotéis, restaurantes entre outros", indignado com a possibilidade, declarou seu Juca.
Para muitos moradores da cidade de Barão, a decisão do aumento do período da proibição da pesca é algo que deve ser avaliado e discutido através de audiência pública e reuniões com as pessoas que vivem deste meio.
Uma das sugestões citadas foi que durante este período de 6 meses da piracema, algum tipo de pesca seja liberada, como por exemplos alguns peixes que estão tomando conta dos rios, como é o caso das piranhas, botoados e bagres.
Outra questão levantada é o desenvolvimento de alguma atividade econômica, como a piscicultura com incentivo para os pescadores cadastrados, para movimentar o mercado, gerando emprego e renda para esses profissionais.
Por enquanto, só resta para esta população esperar para tomar uma atitude referente a resposta da Sema, que deverá ser apresentada nos próximos dias.
Lauro Nazário | 24 Horas News
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