Por: Padre Augusto
Com o tema: No encontro das águas, partilhamos a vida, o pão e a utopia, pode-se vivenciar momentos de oração, reflexão e muita alegria. O Brasil inteiro estava em Manaus. Sotaques, rostos e músicas deram uma nova configuração a Manaus, durante os dias de encontro.
Diante de tantas coisas vivemos, a experiência da missão na periferia, nas comunidades indígenas e ribeirinhas ficou marcada na vida dos mais de 600 jovens que foram ao encontro das famílias.
Os missionários visitaram as comunidades com o intuito de rezar com as famílias e de conhecer a realidade dos manauaras. Durante a visita, um dos jovens nos comoveu ao dizer: “Eu encontrei a vontade de viver, depois que conheci a PJ, porque ninguém acredita nos jovens, mas a Pastoral da Juventude deposita toda a confiança em nós”, relatou Jonatan, 17 anos, manauara.
Outra comoção foi com o seu Sebastião, de 74 anos, mora sozinho, os familiares esqueceram-se dele. Quem ajuda nos seus afazeres e a tomar os remédios na hora certa são os jovens da comunidade. “Se não fosse os jovens eu já tinha morrido”, ressalta.
Além da missão jovem tivemos noites culturais, que apresentaram as lendas, histórias e a culinária da Amazônia. Fomos ao encontro das águas partilhar os sonhos, a vida e a utopia. Junto com os mais de 600 jovens, mais de 27 padres e mais de 5 bispos que esteve conosco, podemos perceber que a Igreja jovem está viva e anseia por um mundo melhor, mais humano e solidário.
Nós de Juína voltamos com as nossas malas e coração cheios de esperanças e certos de que precisamos fazer mais pela juventude da nossa diocese. Precisamos de apoios, de encorajamento e de compromisso de todos os jovens para chegarmos ao mundo que sonhamos.
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