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Há pouco mais de um ano, a vida do casal Juliano Carlo de Araújo e Waldênia Almeida Lima, virou de ponta cabeça. O primeiro filho deles, Álvaro, foi parar no hospital com apenas dois meses de vida. Diagnosticado supostamente com dengue, o bebê não resistiu e acabou morrendo. Mesmo abalados, os dois decidiram seguir em frente e, em junho deste ano, nasceu o caçula Filipe.



Para desespero dos pais, no entanto, a cena se repetiu: o garotinho teve uma pneumonia aos três meses. O histórico familiar fez os médicos investigarem o que abalava a saúde da criança: Filipe é portador de uma doença rara chamada Imunodeficiência Combinada Grave.

O diagnóstico mexeu com a rotina da família. A doença faz com que o sistema de defesa do corpo do menino não trabalhe de forma adequada. Como consequência, Filipe é muito mais suscetível às infecções, que se tornam cada vez mais frequentes e graves, podendo levar à morte. A amiga da família, Janaína Mangerote, explica que o casal precisou se afastar do trabalho para cuidar do filho, que tem a saúde frágil e precisa ser constantemente protegido.

Conforme Janaína, o quadro grave de pneumonia de Filipe só foi revertido graças aos anticorpos do cordão umbilical, que ainda estão presentes em seu corpo. "Ele foi submetido a tratamentos e conseguiu se recuperar, pois ainda possui anticorpos do cordão, que estão diminuindo com o passar do tempo".

Diante do quadro, os pais começaram uma luta intensa para encontrar a cura para a doença da criança. O mais indicado seria ele passar por um transplante de medula. No entanto, a falta de um doador compatível inviabiliza o tratamento. Sem saída, a família agora tenta levantar recursos para pagar um tratamento alternativo, que seria realizado em São Paulo (SP) e, até mesmo, na França. O valor gira em torno de R$ 2 milhões.

A página criada no Facebook Filipe Precisa de Você já possui cerca de 7 mil curtidas. Além disso, eventos beneficentes, como bazares, estão sendo organizados para reunir a quantia necessária e salvar a vida do garoto. A situação da família não é fácil, como conta Janaína. "Waldênia e Juliano estão afastados do trabalho e não saem de casa, para evitar que a criança pegue qualquer tipo de vírus. Ele toma seis antibióticos fortes para garantir o mínimo de segurança para sua saúde".

Em carta divulgada pela internet, o pai do menino pede para que as pessoas contribuam com qualquer valor e reforça que não vai desistir de salvar o filho. "Qualquer ajuda será bem vinda, não importa o valor, estamos em corrente para arrecadar o máximo de dinheiro, se todos ajudaram com pouco, teremos muito!"

As doações devem ser feitas pela conta corrente 2738-4, operação 001, agência 1640, Caixa Econômica Federal em nome de Juliano César Carmo de Araújo, CPF 005.230.076-55.

Do R7

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