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Indicação da Assembleia Legislativa (AL) reacendeu a polêmica sobre o uniforme operacional da Polícia Militar, em Mato Grosso. Há pouco mais de uma semana passada, foi solicitado o retorno do antigo fardamento do tipo 4º A – azulão, que foi substituído pelo cinza, após 40 anos de uso.

Conforme informações, o pedido partiu dos próprios policiais, insatisfeitos com a atual farda.

Mesmo contra a vontade da maioria da corporação, o Governo de Mato Grosso decidiu mudar a farda, trocando o uniforme azul petróleo pelo cinza bandeirante. Desde 2013, época em que o uniforme foi substituído, 60% da tropa já não eram favoráveis a mudança.

Presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar (ACSPM/BM), o cabo Adão Martins da Silva destacou que, à época da proposta de mudança do fardamento, todas as representações dos militares foram contra.

Porém, fez questão de deixar claro, que no momento, a prioridade da Associação é lutar pela qualidade de vida e valorização dos policiais, sendo que a solicitação feita junto ao deputado Romualdo Júnior não partiu da instituição.

Apesar disso, Adão Martins diz que a ACSPM/BM é favorável ao retorno do antigo fardamento seguindo os padrões estabelecidos pela legislação. “A associação recebe muitas reclamações dos policiais em relação a qualidade do material porque o atual tecido não teria a mesma durabilidade que o anterior, além de sujar mais”, comentou.

O pleito da corporação foi encaminhado ao secretário da Casa Civil, secretário de Estado de Segurança Pública e ao Comandante Geral da Polícia Militar.

Por meio da assessoria de imprensa, o Comando da PM informou que o novo uniforme segue a legislação, aprovada pela Assembleia Legislativa. Quanto às reindicações da classe, disse apenas que se houver alguma “indicação” de mudança, a solicitação será recebida e analisada de compatível ou não.

A troca de uniforme foi feita pelo Estado sob a alegação de que o novo modelo foi idealizado com base em pesquisas e visava proporcionar maior conforto aos militares. O custo para a mudança foi da ordem de R$ 5 milhões.
Fonte: Joanice de Deus - Diário de Cuiabá 
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