Bem-vindo(a). Hoje é Juruena - MT


Ao exigir de alguém devo antes de tudo buscar essa exigência no meu eu. Na constante busca de modificar o mundo ou situações nele contido, preciso querer antes de tudo licitar mudanças propriamente em mim. Não serei ou não devo ser audacioso e exigente o bastante para embrenhar numa busca de rumos e efetivamente comportamentos, atitudes e ações impossíveis, mas devo executar pensadas ações que fará do nosso mundo um espaço melhor para se viver e até sobreviver. 

Na função de ser humano, devo obrigatoriamente de maneira minudenciosa buscar no meio ou em um recomeço da caminhada, um legado próprio e específico de mim ou em mim que venha legitimar de forma singular a minha estadia nesse mundo terreno.
Existe muitas atitudes humanas escabrosas que fogem de forma cavalar de um mundo que queremos para nós e pra outros que virão, mas repito o legado positivo que eu deixar gerará notórias mudanças em um mundo melhor para todos (alguns estão imaginando nesse momento, meu Deus quanta utopia). É sabido que há um amontoado de pessoas que refocilam e pensam estar inatingíveis a tudo e a todos. Mesmo que venhamos colocar um escafandro, mergulhar em águas profundas e assim pensarmos que estamos num homizio, nada adiantaria, pois meu legado é minha marca impregnada em meu especifico, único e estritamente singular destino.
Optaremos em gerenciar acertadamente a grande dádiva (vida) advinda do soberano  e assim deixar com brevidade a nossa marca, o nosso legado.
Não devamos, pois ser ignorante em relação à vida, ela é um sopro, apenas um fio de existência que como fumaça aparece e em curto tempo se desvanece. Perder ou ganhar para alguns é relativo, em termos gerais para outros não. Na função de ser humano e consideravelmente ser único devo levar em conta minha exclusividade, pois  quando fui construído  pelo criador,  perda e ganhos são dois pesos e duas medidas  dissociáveis. Faremos, pois numa coletividade a seguinte indagação, quem sou eu, para onde vou e que legado deixarei para esse mundo (que apesar de estar destroçado por homens de naturezas ruins) que ainda é um mundo ajustável para se viver, infelizmente  para alguns, se aplica somente o termo “sobreviver”, apenas isso basta, pois acabaram se adaptando em meio a mediocridade e se são chamados a viver, a construir ou desconstruir sentem um peso, restando lhes então a opção mais óbvia e cômoda que é sobreviver, e o legado que deixa, é apenas um monturo de comportamentos somenos.
Profº Eliano Dias
 

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