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Até o momento, cerca de 35 pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil de Colniza, durante a investigação sobre o assassinato do presidente da Associação de Produtores Rurais Nova União (Aspronu), Josias Paulino de Castro e da esposa dele Ireni da Silva Castro, ocorridos no último dia 16 de agosto no distrito de Guariba.

Consta que as vítimas foram mortas com tiros de pistola, porém, a pedido da Polícia Civil os corpos não foram periciados, devido a distância da regional da Politec (Perícia Oficial do estado), que fica na cidade de Juína, distante cerca de 300 quilômetros. Os corpos, porém, passaram por necropsia.

A apuração do caso corre em sigilo e até o momento nenhum suspeito foi preso.


Josias, que residia com a mulher em um assentamento da região, esteve em Cuiabá cerca de duas semanas antes de ser morto e denunciou durante audiência pública com a Ouvidoria Agrária Nacional, que estava sofrendo ameaças de morte. As ameaças seriam pelo fato de ele ter denunciado crimes como grilagem de terras que teriam sido promovida por fazendeiros, expedição de títulos irregulares pelo estado e a extração ilegal de madeira, sendo que esta última estaria sendo facilitada pela polícia.


Conforme o G1, o Ministério Público encaminhou ofício ao governo pedindo providências urgentes e a inclusão das pessoas ameaçadas de morte na região no programa de proteção à testemunha. No pedido também foi incluída a região de União do Sul, onde três dias antes uma integrante do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), foi morta a tiros em uma área de litígio. 


Somente no ano passado, 27 pessoas ligadas ao campo sofreram ameaças de morte, sendo registrados três assassinatos. Em 2012 foram 21 ameaças e em 2011, 10, conforme dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT).


Fonte: Nortao Noticias

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