A atividade de cria se tornou mais
rentável para o pecuarista de Mato Grosso. A valorização da arroba do bezerro
no último ano está remunerando o criador, permitindo a recuperação da crise na
pecuária mato-grossense.
Desde 2010, em poucos momentos, a arroba do bezerro
ficou mais valorizada do que a arroba do boi no Estado. Entre março e junho
deste ano, o ágio do bezerro (diferença entre o preço pago pelo bezerro e pelo
boi) esteve entre 25% e 30%, acima da média histórica de 21,37%.
De acordo com o Instituto Mato-grossense de
Economia Agropecuária (Imea), a diminuição na oferta no mercado estadual e a
pressão exercida por parte dos criadores, justificam a alta no preço do
bezerro.
Para o superintendente da Associação dos Criadores
de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, os preços altos indicam recuperação
do setor. Conforme ele, a valorização é resultado da oferta menor e do
incremento da tecnologia aplicada no campo.
– Cada vez mais, a tecnologia tem permitido
antecipar a idade de abate dos animais – diz.
Em média, o bezerro está sendo comercializado a R$
989 a cabeça. Já o preço do boi gordo chegou a R$ 110, 91 a arroba, segundo
informações do Imea.
Fonte: Rural BR

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