Seis candidatos pediram registro junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para disputarem a vaga mato-grossense no Senado nas eleições deste ano, com previsões de gastos de campanhas que, individualmente, variam de R$ 1 milhão a R$ 30 milhões.
A vaga no Senado Federal, onde cada estado é representado por três senadores, deve ser aberta com o fim do mandato do senador Jayme Campos (DEM). O próprio democrata, entretanto, é um dos que disputam a vaga. Ele busca a reeleição com apoio dos partidos PDT, PP, PSDB, PSB,PPS, PV, PTB, PSC, PSDC, PRP, PRB e PSL.
Outro candidato que já detém um posto político em Brasília é o deputado federal Wellington Fagundes (PR) deve ser o nome ao Senado apoiado pela chapa de seu partido aliado a siglas como o PMDB, o PT e o PROS. Também parlamentar, o vereador por Cuiabá Lídio Barbosa, o “Juca do Guaraná”, é o candidato do PT do B em chapa pura.
O mesmo partido já apoia um segundo candidato ao Senado, desta vez como integrante de coligação liderada pelo PSD com outras cinco agremiações, Solidariedade, PTN, PTC, PEN ePRTB. O candidato do grupo é o presidente licenciado da Federação da Agricultura e da Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Prado (PSD).
Já o PHS deve disputar a vaga tendo como candidato o microempresário Amorézio Dias, que tem apoio também do PMN. Por sua vez, o PSOL se lança sem coligações nestas eleições tendo como candidato a senador o servidor público Gilberto Lopes Filho.
Gastos
Os seis postulantes mato-grossenses a senador até agora declararam ao TRE uma previsão total de gastos na ordem de R$ 70 milhões.
Os seis postulantes mato-grossenses a senador até agora declararam ao TRE uma previsão total de gastos na ordem de R$ 70 milhões.
O mais baixo limite de gastos previsto é do candidato do PSOL, Gilberto Lopes Filho, que declarou limite em R$ 1 milhão. O candidato do PHS, Amorézio Dias, previu limite de R$ 5 milhões. Já o candidato Juca do Guaraná, do PtdoB, declarou que deve gastar até R$ 7 milhões.
Candidato à reeleição no Senado pelo DEM, Jayme Campos declarou limite de R$ 12 milhões. A cifra é inferior ao limite previsto pelo candidato do PR, o deputado federal Wellington Fagundes, que deve gastar no máximo R$ 15 milhões. Por sua vez, Rui Prado, do PSD, deve ter o maior gasto com campanha eleitoral para o Senado em Mato Grosso: seu limite de gastos declarado ao TRE foi de R$ 30 milhões.
Fonte: G1MT

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