O Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) estará disponível para receber as informações dos imóveis rurais somente em setembro. A informação foi repassada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema) à Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) durante reunião no dia 30 de junho.
De acordo com a Sema, ainda são trabalhadas as modificações necessárias para a transferência das informações da base estadual para a nacional.
A previsão é que o sistema entre em funcionamento de modo offline em julho, contudo é preciso que a atual legislação ambiental seja revogada. Conforme a Sema repassou a Comissão de Meio Ambiente da Famato, em agosto a migração das informações da plataforma estadual para o sistema nacional deverá ser realizada.
“O Estado de Mato Grosso já conta com CAR estadual desde 2009, mas agora, com a lei federal, é necessário que a Assembleia Legislativa revogue a legislação ambiental estadual, o que está previsto para acontecer ainda no mês de julho. A partir disso, já poderemos disponibilizar o Sicar, de forma offline”, declarou durante a reunião a superintendente de geoinformação e monitoramento ambiental da Sema, Elaine Cursini.
Segundo a superintendente de geoinformação e monitoramento ambiental da Sema, o sistema em formato Offline possibilitará que os produtores cadastrem as informações quanto a área que desejam obter o CAR, ou seja, deixar os dados salvos no sistema para liberá-los a partir do momento que o módulo estiver online em setembro.
A Famato salienta que seguirá acompanhando a questão do Sicar e que já planeja ações que visam orientar o produtor quando o mesmo estiver em pleno funcionamento. “Estamos em contato constante com a Sema, queremos ser parceiros do órgão neste processo. Os produtores têm urgência, já que precisam do CAR para acessar financiamentos e licenças. Além disso, eles querem fazer a regularização ambiental de suas propriedades. Esperamos que a Sema consiga finalizar o processo de adequação o mais rápido possível”, salienta o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Famato, Ricardo Arioli
Fonte: Viviane Petroli/OlharDireto

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