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Polícia Civil desconfia que todo o dinheiro tenha ficado com a mulher intermediadora


Um casal do Paraná pagou R$ 3,6 mil para ficar com um recém-nascido, doado pela mãe biológica, que reside na cidade de Nobres, no médio Norte de Mato Grosso, de forma ilegal.

A mulher de 32 anos e o homem de 38, disseram a Policia Civil ter recebido a criança no dia 20 de julho e nesse dia repassou R$ 3,6 mil a uma intermediadora, que reside na cidade de Nobres, no médio Norte do Estado. O dinheiro seria usado para pagamento de despesas médicas e de uma cirurgia realizada.

"Eles disseram que R$ 2,6 mil era para pagar uma cirurgia de ligadura de trompa e 1 mil para despesas médicas, pós parto" - informou o delegado Eder Clay Santana Leal. "A mulher também contou que não podia ter filho"., Segundo o delegado, o bebê, do sexo masculino, foi entregue pelo casal à Policia e levado a um abrigo pelo Conselho Tutelar da cidade.

Pelas investigações, a Polícia Civil desconfia que todo o dinheiro tenha ficado com a mulher intermediadora e que a cirurgia foi realizada gratuitamente. A suspeita alegou que o médico realizou a cirurgia para receber o valor dias depois. "O médico será ouvido para confirmar a versão", declarou o delegado.

O caso foi denunciado à Polícia Civil em Rosário Oeste (128 km a Oeste), cidade onde a criança nasceu no dia 16 de julho. O boletim de ocorrência foi registrado no dia 23 de julho pelo irmão da mãe do bebê, quando soube que a irmã teria doado o sobrinho para o casal que mora em Jaquapitã (PR) e que teria ido buscar a criança em Nobres.

"Com o documento de nascimento do hospital, o homem registrou a criança no nome da mãe biológica e em seu nome, como sendo o pai legítimo. Isso para poder viajar" - explicou o delegado. Clay informou que conversou com a mãe, que ainda se recupera do parto, e ela teria afirmado que doou o filho, por não ter condições de cuidar e também por não querer ficar com a criança.

O casal, a mãe e a mulher intermediadora da doação irregular vão responder por crime contra o poder a familiar. "Eles foram ouvidos e indiciados. Mas vamos aprofundar as investigações porque há informações de outras vendas por essa mulher", finalizou o delegado.



Fonte: Gazeta Mt/24 Horas news
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