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Gerson Gean Rodrigues, 27 anos, é vereador em Colniza e foi preso na cidade sob acusação de crime de receptação; ele chegou a lucrar R$ 680 mil

Vereador do município de Colniza (1.065 km de Cuiabá) foi preso por integrar uma quadrilha de receptação de veículos roubados, bando considerados de grande porte. Trata-se de Geison Gean Rodrigues Vasconcelos, 27 anos, que teve o mandado de prisão preventiva cumprido na sexta-feira (11), por receptação qualificada. Além de legislador municipal, ele é candidato a deputado estadual nas eleições deste ano e chegou a lucrar mais R$ 680 mil com os produtos apreendidos. A polícia não forneceu o partido o qual o acusado pertence.

PJC/MT
Na operação desencadeada pela Polícia Civil desde a quarta-feira (9), também foram presos em flagrante o irmão do vereador, João Fernando Vasconcelos, 25, e os empresários Cristian Manoel da Silva, 37, dono de mercado na cidade, e Aparecido Neres Fonseca, 40, do ramo de madeiras. No caso dos dois empresários e o irmão do vereador, foram autuados em flagrante por receptação simples.
 
De acordo com o delegado Mário Roberto de Souza Santiago Junior, que chefiou a investigação o vereador comandava o esquema de receptação, adulteração e falsificação de documentos e chegou a lucrar mais R$ 680 mil, valor dos produtos apreendidos, com a comercialização dos veículos, que eram desmembrados para aumentar o ganho. 

"A informação que temos é que o vereador comercializa os veículos roubados. São roubos feitos em diversos municípios e outros estados, cujos veículos eram trazidos para cá, achando que ficariam impunes devido a região e distância", frisou o delegado. 

A quadrilha roubava veículos, de preferência caminhões, para que as partes fossem vendidas separadas e depois clonavam placas de veículos semelhantes regulares, além de adulterar os chassis e falsificar os documentos.

O vereador irá responder por receptação qualificada para cada um dos bens apreendidos. Preso ele foi recolhido para uma cela especial do Destacamento da Polícia Militar de Colniza. O irmão dele pagou fiança de R$ 4 mil e responderá o processo em liberdade. O empresário Cristian Manoel ainda está preso na cadeia pública por não ter recolhido a fiança. O empresário Aparecido Neres pagou fiança de R$ 30 mil e foi posto em liberdade. (Com Assessoria)

Fonte: Hiper Notícias
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