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Keila Barbosa da Silva, 31 anos, foi presa em flagrante na tarde deste sábado no supermercado para o qual trabalhava já há seis anos. A empresa, localizada na Avenida Ismael José do Nascimento em Tangará da Serra teve prejuízos superiores a R$ 28 mil reais com o golpe aplicado pela funcionária que era fiscal de caixa, em conjunto com outros quatro funcionários operadores de caixa.

Segundo o Delegado de Polícia Dr. Vitor Chab o caso já vinha sendo investigado. Ao ser flagrada com aproximadamente R$ 16 mil reais na bolsa, Keila confessou todo o esquema criminoso. “Ela era fiscal, supervisora dos caixas. A pessoa fazia compras em um convênio com o supermercado e quatro pessoas do caixa avisavam a ela. Com a senha, a supervisora cancelava esta transação e ficava com a importância em dinheiro. Em algumas transações as pessoas dos caixas ficavam com as mercadorias porque eram canceladas as compras”, explicou o delegado.

A acusada está cooperando com as investigações. Durante interrogatório ela confessou que na sua residência havia mais dinheiro, e que tinha comprado tinta e outros materiais para reforma de sua casa. Em um armário na residência foram encontrados mais 12 mil reais. “Demos voz de prisão para esta suspeita e lavramos o flagrante por crime de estelionato, furto qualificado que é mediante a fraude e associação criminosa”, explica Dr. Vitor. Os outros quatro envolvidos não foram flagrados, mas serão indiciados pela prática dos mesmos crimes.

“Estamos investigando também uma rede com outra fiscal, que atua com o mesmo modus operandi, só que eles não foram flagrados, mas serão indiciados também pelos mesmos crimes de estelionato, furto qualificado mediante fraude e associação criminosa”, conta o Delegado.

Segundo ele, a acusada está tranquila e ajudando a polícia a elucidar o caso. “Ela diz que está arrependida deste fato. Os companheiros de trabalho não se surpreenderam com a situação. É um prejuízo que estava dando para o estabelecimento, mas ela confessou toda a prática do delito”.

Segundo o Dr. Vitor, são crimes graves, cujas penas ultrapassam 12 anos. Keila foi encaminhada à cadeia feminina. “Ela está gestante, indo para o 6º mês de gravidez, é diabética também. É complicado, mas nós temos que agir, independente de alguns quererem ou não porque não podemos entrar na prática de prevaricação”, explicou ainda
o Delegado.

Fonte: Rádio Pioneira
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