Vai completar 90 dias que a ponte sob o Rio Canamã, na BR-174, há 60 Km de Colniza, rodou deixando a população daquela região quase que ilhada, com sérias condições de trafegabilidade.
Para atender de forma paliativa à população, uma balsa vinda de Alta Floresta está sob o Canamã desde então, o que não é o suficiente, uma vez que custos estão sendo gerados para os usuários da via. Além do prejuízo material, existe a constante preocupação com risco de vida aos transeuntes.
O medo também é grande, já que vários prejuízos foram contabilizados em três acidentes ocorridos recentemente. O último ocorrido na quinta-feira (08) fez com que a balsa afundasse e a travessia fosse suspensa.
Uma segunda opção vem sendo passar pelo distrito de Nova União, em Cotriguaçú. Essa acaba sendo a única rota pra quem precisa acessar os demais municípios da região e até mesmo a capital do estado.
Para facilitar o trânsito por essa estrada, serão retomadas nessa quarta-feira (14), as obras de recuperação do trecho compreendido entre Colniza à Cotriguaçú, passando por Nova União, aproximadamente 150 km.
Os trabalhos foram suspensos pelo Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de Mato Grosso (Simno), devido as fortes chuvas e também pela falta de repasse dos R$ 500 mil restantes do valor de R$ 4 milhões provisionado no convênio 010/13, em setembro de 2013.
O sindicato solicitou apoio à Prefeitura de Colniza para que auxilie enviando uma máquina Patrol para que a manutenção seja concluída o mais breve possível e assim não deixar a população e empresários desassistidos.
Cabe informar que o sindicato está buscando informações sobre a reconstrução da ponte sobre o Rio Canamã, pois, apesar de liberar uma rota alternativa, essa não atende totalmente a demanda e a reconstrução da ponte já deveria ter sido iniciada.
"Precisamos que o Governo mantenha todos atualizados, população, entidades, empresários e interessados sobre a manutenção nessas rodovias que tem uma importância incalculável para a região noroeste de Mato Grosso", declarou o presidente do Simno, Roberto Rios.
Fonte: Assessoria de Imprensa Simno

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