Tragédia aconteceu no Balneário Primavera no município de Aripuanã
Um homem, identificado apenas como Roberto, morreu afogado na manhã deste sábado (10) em Aripuanã. Segundo populares que estavam no local, ele desapareceu no Balneário Primavera, por volta de 10:30 horas, ao tentar atravessar o Rio Aripuanã.
De acordo com as testemunhas Audison Lima e Edson Pinheiro, o homem pulou na água para tentar atravessar, provavelmente para pescar nas margens da Usina, já que varias pessoas tinham feito esse trajeto.
“Estamos aqui desde cedo no Balneário com a família e presenciamos várias pessoas que atravessam o rio na intenção de pescar do outro lado, devido a grande quantidade de peixes que ficam dentro das locas, conhecido como ‘fofoca’. Acredito que ele deveria fazer o mesmo, pois deixou na barranca do rio seu chinelo de dedo e um saco sisal, usado para guardar peixes”, disse Audison.
“O avistamos quando afundou pela primeira vez, pegamos o barco mesmo sem remo, somente com um pedaço de madeira e fomos de encontro com dele, porém, como a correnteza estava muito forte, ao chegarmos perto ele voltou a afundar e não retornou mais, como nós estávamos sem colete salva vidas não arriscamos pular atrás”, informou Edson Pinheiro.
Depois de muitas tentativas de localizar a vitima, só foi possível resgatar o corpo por volta das 15:00 horas com o auxilio de uma linhada e anzol grande.
“As dificuldades para encontrá-lo foram enormes porque o local é perigoso e já fez várias vítimas devido à grande formação de ‘rebojos’. Tive que arremessar uma linhada com um anzol grande por várias vezes até conseguir fisga-lo pelo pé”, explicou Audison Lima.
Policiais militares estiveram no local para registrar a ocorrência. A equipe do Aripuanã Radical também prestou auxilio durante as buscas.
Alguns jovens que estavam no local, informaram que é comum eles atravessarem aquele lugar, devido à única passagem para o outro lado ser por área particular e restrita aos pescadores.
O responsável pelo Balneário alertou que o local é sinalizado e apesar dos apelos constantes para que a população evite banhar longe das margens do rio, algumas pessoas ainda acabam se arriscando.
Fonte: Topnews

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