O instituto considera a degradação como a retirada lenta da cobertura vegetal, mediante diferentes práticas. Ela pode ocorrer também incentivada pela atividade madeireira, além das queimadas.
Mato Grosso liderou a estatística. Foram 160 km² de florestas degradadas no período avaliado. Em seguida apareceram o Pará, com 48 km², e os Estados de Rondônia (7 km²) e Amazonas (3 km²). Os dados do Maranhão não foram analisados.
Segundo o Imazon, em todos os Estados amazônicos houve queda na degradação entre os períodos entre agosto de 2013 a março de 2014, frente a agosto de 2012 a março de 2013.
De acordo com o Imazon, os percentuais foram de -72% para o Amazonas (de 11 para 7 km²), -74% para Mato Grosso (de 612 para 160 km²), -87% para Rondônia (50 para 7 km²) e outros -88% para o Pará (397 para 48 km²).
O Imazon diz que os números, no entanto, podem estar subestimados em função da alta incidência de nuvens durante a leitura dos dados pelos satélites.
Fonte: G1MT
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