O Projeto Poço de Carbono Juruena, patrocinado pela Petrobras, desenvolve diversas ações em comunidades e com atores do Noroeste de Mato Grosso em prol do desenvolvimento regional, a partir de trabalhos que geram renda, melhoram a qualidade de vida no campo, promovem a inserção produtiva e de gênero, conservando a floresta em pé.
A Cooperativa dos Agricultores do Vale do Amanhecer (Coopavam), apoiada pelo Projeto Poço de Carbono Juruena, patrocinado pela Petrobras, irá representar a agricultura familiar de Mato Grosso em Brasília nos quiosques da Campanha Brasil Orgânico e Sustentável. Os quiosques funcionarão em dez das doze cidades sedes da Copa do Mundo entre os dias 19 e 25 de junho.
A Coopavam foi escolhida pelo trabalho de estímulo ao extrativismo de Produtos Florestais Não-Madeireiros conservando a floresta Amazônica em pé, e que está se consolidando como uma alternativa econômica sustentável, cuja produção certificada orgânica, envolve agricultores (as) familiares e indígenas.
Alguns dos requisitos para participação no Quiosques Brasil Orgânico e Sustentável é a certificação orgânica nos produtos e/ou selo de identificação de participação da agricultura familiar (SIPAF), bem como o acesso ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Ambos os selos, que estão presentes nos produtos da cooperativa e o acesso ao PAA - Compra com Doação Simultânea e Formação de Estoque, são resultantes de esforços conjuntos entre o Projeto Poço de Carbono Juruena e a Coopavam, tanto para obtenção, quanto para a manutenção dos mesmos.
O objetivo do evento é aproveitar a visibilidade da Copa do Mundo de Futebol para estimular o consumo de produtos saudáveis e sustentáveis. De acordo com o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), a expectativa é que com isso aumente a demanda por produtos orgânicos e sustentáveis, prioritariamente produzidos por agricultores familiares, além de promover a inserção social, geração de emprego, renda e proteção ambiental.
O presidente da Coopavam, Irineo José Bach, irá representar em Brasília todos aqueles que contribuíram para a consolidação destas atividades. Dentre os colaboradores estão os agricultores familiares cooperados, extrativistas, indígenas das etnias Apiaká, Cayabi, Cinta larga e Munduruku, além da equipe do Poço de Carbono Juruena.
Com a participação, pretende-se esclarecer aos brasileiros e estrangeiros visitantes as lógicas de produção baseadas no extrativismo de produtos florestais não madeireiros de maneira sustentável, solidária, conservando a floresta Amazônica, gerando emprego, renda e oferecendo um produto de qualidade ao consumidor final.
Fonte: Assessoria
Poço de Carbono Juruena

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