Após o governador Silval Barbosa (PMDB) oficializar que não vai encarar disputa por vaga no Senado Federal, lideranças que compõem o arco de aliança situacionista em Mato Grosso começaram a externar apoio a candidatura do deputado federal Wellington Fagundes (PR).
Além do peemedebista, já garantiram suporte ao projeto do republicano o ex-secretário de Administração e pré-candidato a deputado estadual Francisco Faiad (PMDB), o secretário-chefe da Casa Civil Pedro Nadaf (PR) e o deputado federal e presidente regional do Pros, Valtenir Pereira.
Contudo, a filiação de Julier ao PMDB prevista para o próximo dia 02, confirmada nesta terça-feira (18), pode remexer no tabuleiro das articulações, já que o grupo também pode definir pela indicação do magistrado a senatória, o que pode levar o PR a retornar o diálogo com a oposição.
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Correligionário de Fagundes, Nadaf sustentou que o Wellington é o candidato que o PR aposta para a vaga. “Ele é o candidato do pelo partido, falo independente de ser secretário, mas vai depender de uma conjuntura da base hoje e da construção de continuidade do grupo que compõe o governo”, disse.
Já Faiad, sustentou que a preferência do grupo era Silval e que agora Wellington se torna o nome de consenso no grupo. “É um nome que já está colocado no arco de aliança e se trata de um nome forte”, garantiu. Contudo, revelou que a manifestação de Silval também abre a brecha dos demais partidos, assim como o PMDB, de indicar um nome para a senatoria.
Valtenir Pereira, por sua vez, ao sugerir para as lideranças que compõem os partidos de apoio à reeleição da presidente Dilma em Mato Grosso que comecem as conversas para formação das proporcionais, defendeu que Wellington seja a indicação do grupo ao Senado.
“Vejo que temos que definir logo o nome do nosso colega Wellington, para entrar na disputa do senado. Ele está preparado, tem todas as qualidades exigidas pelo cargo e os seis mandatos de deputado federal provam tudo isso”, declarou Valtenir, em reunião nesta terça-feira (18).
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Wellington, que também participou do encontro, declarou não abrir mão da candidatura este ano por se tratar de um projeto antigo. “Já venho construindo essa candidatura há muito tempo. Na outra eleição recuei, e não entrei na disputa por causa do projeto do grupo. Espero que desta vez, eu consiga ter o respaldo e o apoio do grupo para minha candidatura”, disse.
O republicano estava com dificuldades de emplacar seu nome por conta de ainda ser unânime no grupo o desejo de Silval ir ao Senado. Antes do governador anunciar que não iria deixar comando do Estado, Wellington chegou a abrir diálogo com o grupo oposicionista, que tem como candidato ao Palácio Paiaguás o senador Pedro Taques (PDT). Contudo, as conversas não obtiveram êxito porque o também senador Jayme Campos (DEM) já estava no páreo pela reeleição no grupo.
(Com informações da Assessoria)
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