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Do alto da musculatura de 39 prefeitos e mais de 270 vereadores, as duas principais lideranças políticas do Partido Social Democrata em Mato Grosso, o presidente regional da sigla, o vice-governador Chico Daltro, e o deputado estadual José Geraldo Riva, lançaram um desafio a todos os outros partidos da base aliada: Provar que tem mais força política que o PSD para pleitear a candidatura ao Governo do Estado.Tanto Chico Daltro, quanto José Riva, cobraram o uso de critérios objetivos para a base governista escolher o candidato a sucessão do governador Silval Barbosa (PMDB), como o comparativo de votos que as siglas obtiveram em Mato Grosso no pleito de 2012, o primeiro do qual sigla participou após sua criação.

Na ocasião, o PSD sagrou-se o partido com mais cargos eletivos em Mato Grosso, sendo assim, a maior força política individual do Estado. E, apesar de o partido não ter vencido em nenhum das três maiores cidades de MT (Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis), acumulou, também, a maior votação estadual, seguido de perto pelo PMDB.


“Os partidos da aliança estão oferecendo nomes. Ficam falando que tal partido é mais forte porque venceu em tal cidade, que é mais forte porque tem não sei o que. Vamos somar votos então? Porque são os votos que valem como força do partido”, disse Daltro, o pré-candidato ao governo do PSD, durante seu discurso, enquanto retirava do bolso uma folha de pape cheia de dados eleitorais.De acordo com ele, nas eleições de 2012 o PSD acumulou 17,8% de todos os votos para prefeitos em Mato Grosso, sendo superado somente pelo PMDB, com 19,27%. No entanto, Partido Social Democrata ficou a frente na soma de todos os votos para vereadores no Estado, com 14,66% dos votos válidos em todo MT, contra 12,51% do Partido do Movimento Democrático Brasileiro.As outras siglas da base governista que pleiteiam o direito de indicar o candidato a governador do grupo, PT e PR, tiveram, respectivamente, 13,56% e 8,66% dos votos para prefeitos, e 7,79% e 8,26% da contagem para vereadores em todo Mato Grosso. “Vamos medir força política, eleitoral, aceitação política e a opinião do eleitor”, asseverou Chico Daltro.O deputado José Riva, também endossou uma postura mais dura do PSD, exigindo mais espaço nas mesas de discussões do que o oferecido até agora pelos aliados políticos. “Não aceitamos ser coadjuvantes. O PSD é forte. Iremos com uma chapa pura para as proporcioanais e vamos eleger mais de seis deputados estaduais. Vamos fazer dois ou mais deputados federais. Temos força para fortalecer e lançar o candidato a governador e, por que não, ao Senado também” afirmou, sob aplausos praticamente ineterruptos dos peessedistas presentes.


Atualmente, a base governista possui, contando com Chico Daltro, dois pré-candidatos endossados oficialmente pelos partidos, além de outros três nomes “extra-oficiais”. O PR lançou Maurício Tonhá, mas Cidinho Santos tambeem é lembrado por lideranças municipalistas de dentro da siga, enquanto Lúdio Cabral costura sua candidatura dentro do PT, e Julier Sebastião deve se filiar ao PMDB para ser o pré-candidato da sigla.




Fonte: Olhar Direto
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