Conforme a produtora, a ideia é construir um abatedouro para poder vender a carne sem necessariamente ter que comercializar o animal vivo. “Com essa autorização, poderíamos vender o animal para criação ou para consumo consumir. Atualmente só posso vender o animal vivo para estimação”. De acordo com ela, a expectativa é fomentar o setor oferecendo o produto em restaurantes ou para consumo próprio.
No criatório há 180 pacas. Por mês, os gastos são de aproximadamente R$ 3,5 mil só com a alimentação dos animais. Para reduzir os custos, a produtora cultiva em seu quintal algumas árvores frutíferas, como o cacau. No entanto, ainda precisa comprar frutas de outros lugares. “Os animais comem praticamente de tudo. A gente dá banana, abóbora, melancia, mamão, etc”, relata o tratador Valdecir Neves Goulart.
Fonte: G1MT
.jpg)
Postar um comentário
O Portal DN Notícias não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. A equipe reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional, inseridos sem a devida identificação do autor ou que sejam notadamente falsos, também poderão ser excluídos.
Lembre-se: A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica. Você pode optar por assinar seu comentário com nome completo ou apelido. Valorize esse espaço democrático Agradecemos a participação!