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Lideranças esperam que Blairo Maggi (PR) aceite o convite da presidente Dilma Rousseff (PT) para se candidatar novamente a governador do estado, representando a força do agronegócio.

As lideranças partidárias do grupo governista que comanda o Estado estão se articulando para montar uma chapa considerada por eles imbatível. Em conversas informais com alguns líderes,  oRepórterMT apurou que o grupo espera que o senador Blairo Maggi (PR) aceite o convite da presidente Dilma Rousseff (PT) para se candidatar novamente a governador do estado, representando a força do agronegócio. 
Como entre os principais partidos da aliança também estão o PT e PMDB, a vaga de vice ficaria para Lúdio Cabral (PT), representante simpático e populista. Para a vaga de candidato a senador, o escolhido seria o atual governador Silval Barbosa (PMDB) ou Jayme Campos (DEM), pois as lideranças já consideram a saída dos irmãos Campos do grupo da oposição de Pedro Taques (PDT) como certa e buscam fechar essa aliança.

Caso Blairo não aceite sair como candidato, o que o grupo considera de baixo risco, o PR poderá ficar com a vaga de vice-governador, representado pelo deputado federal Wellinton Fagundes, que também é presidente da Legenda em Mato Grosso.

Quanto à candidatura do atual vice-governador Chico Daltro (PSD) a governador, os governistas consideram que é preciso conquistar maior viabilidade. Para conseguir maiores chances, Silval teria que deixar o governo para Chico e sair ao Senado, ainda assim o grupo precisaria do apoio dos Democratas, para fortalecer o palanque e dificultar a ‘vida’ de Taques.

A aliança governista, que em Mato Grosso busca a sucessão de Silval e a reeleição de Dilma, composta pelos partidos do PT, PMDB, PR, PSD, PP, PROS e PCdoB, já deixou claro que o foco é ter um palanque unificado.

Atualmente, os partidos aguardam o resultado de uma pesquisa que deve sair no fim do mês de janeiro, com a indicação dos melhores nomes para representar o grupo. Dessa pesquisa também deve sair a decisão do governador quanto sua candidatura ao Senado, já que Silval não pretende se arriscar em terreno incerto. De qualquer forma, o que a aliança da situação promete é que a disputa para Taques não será nada fácil.

Uma das armas da situação devem ser declarações polêmicas que Taques fez anos atrás e que podem desencadear a antipatia de boa parte dos eleitores. 
Fonte: Repórter MT
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