O índice de perdas não técnicas da Cemat fechou o ano de 2013 em 5,33%, o menor valor registrado desde a privatização da empresa, em 1997. Também chamadas de comerciais, essas perdas representam o maior desafio das distribuidoras de energia, pois medem a incidência de furtos, fraudes e problemas de medição e faturamento.
A queda das perdas comerciais impactou diretamente na redução do índice de perdas global, já que permaneceram praticamente estáveis as perdas técnicas - relacionadas ao processo de transmissão, quando parte da energia é dissipada como calor. As perdas globais ficaram em 15,63%, superando a expectativa da empresa que era de 16,50% para o ano passado.
De acordo com a superintendente Comercial da Cemat, Soenil Benedita de Paula, esse indicador estratégico vem apresentando bom desempenho nos últimos anos. "Em 2011 a perda global foi de 19,08%. Em 2012 reduzimos para 17,61% e em 2013 caímos para 15,63%", comemora Soenil, destacando que a redução de cerca de dois pontos percentuais no último ano resultou na recuperação de 188 mil MWh de energia.
Recuperação de energia - Sob a gestão da gerência de Recuperação de Energia (GRE), o índice de perdas não técnicas alcançado no ano passado superou o benchmark (marca de referência) da Cemat registrado em 2003, de 5,75%. "Esta é a menor perda não técnica desde 1997, ano da privatização da empresa. É um índice histórico para a Cemat", afirma Marcelo Mamoru Onoe, gerente de Recuperação de Energia.
O excelente resultado é consequência de diversas ações implantadas pela GRE no combate ao furto de energia e modernização tecnológica. Entre os projetos executados em 2013, merecem destaque as 536.258 mil fiscalizações realizadas e as 22 edições do Cemat na Comunidade, que passou pelas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.
Nova meta - Para 2014, a proposta da diretoria de Operações é reduzir a perda global para 14,8%. "Com certeza haverá um grande empenho por parte de toda a equipe para conseguir essa nova meta proposta pela diretoria", garante Marcelo Onoe.
Nova meta - Para 2014, a proposta da diretoria de Operações é reduzir a perda global para 14,8%. "Com certeza haverá um grande empenho por parte de toda a equipe para conseguir essa nova meta proposta pela diretoria", garante Marcelo Onoe.
Fonte: Assessoria
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