Em Cuiabá, Paulo César narrou para delegado como foi levado por acusados
Foto:Max Campos/Gefron
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O piloto Paulo Cesar Asoia Bertoncini, o Paulinho Pium, 30, que estava desaparecido desde 1º de dezembro, quando decolou misteriosamente do aeroporto de Juína (735 km a noroeste de Cuiabá), prestou depoimento na Superintendência da Polícia Federal, em Cuiabá.
O piloto chegou em Cuiabá acompanhado por policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Ele confirmou que foi libertado pelos sequestradores que, além de lhe devolver os documentos, ainda deixaram 200 dólares com ele.
Os policiais foram de carro até a cidade de San Inácio de Velasco, na Bolívia – cerca de 300 quilômetros da fronteira – onde fora deixado pelos sequestradores.
Aos policiais, o piloto disse que ao entrar no avião, três homens com roupas camufladas saíram do mato e entraram na aeronave Cesna, prefixo, VIM, 206 e levantaram voo onde chegaram até próximo de Santa Cruz de la Sierra.
O piloto disse não saber exatamente onde ficou nesses 17 dias sequestrado. Acrescentou que houve uma briga entre os sequestradores e acabou sendo libertado. Nesta terça-feira (10), ele ligou para familiares informando que estava bem.
Um amigo do piloto foi junto com os policiais até Porto Esperidião, na fronteira com a Bolívia. Em Cáceres, um policial civil se juntou ao comboio, pois conhece os policiais bolivianos. Eles tiveram apoio do Gefron.
Inicialmente, estava previsto depoimento do piloto na Delegacia da Polícia Federal em Cáceres que investiga o caso. No entanto, a Polícia Federal resolveu que o depoimento seria na Superintendência em Cuiabá.
Os policiais informaram que o avião levado pelos sequestradores não foi devolvido. Existe uma suspeita de que esteja com traficantes colombianos. As investigações apontam que esse seria o destino da aeronave.
Histórico
O sequestro ocorreu no dia 1º de dezembro, após o piloto decolar, de forma inesperada, da pista de pouso de Juína, por volta das 7 horas. o piloto estava encarregado de pegar passageiros que vieram de Colniza e fizeram uma escala no aeroporto de Juína. Ele deveria levar os passageiros para a Capital. Antes que os passageiros chegassem à pista de pouso de Juína, César decolou com a aeronave junto com três sequestradores.
O piloto chegou em Cuiabá acompanhado por policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Ele confirmou que foi libertado pelos sequestradores que, além de lhe devolver os documentos, ainda deixaram 200 dólares com ele.
Os policiais foram de carro até a cidade de San Inácio de Velasco, na Bolívia – cerca de 300 quilômetros da fronteira – onde fora deixado pelos sequestradores.
Aos policiais, o piloto disse que ao entrar no avião, três homens com roupas camufladas saíram do mato e entraram na aeronave Cesna, prefixo, VIM, 206 e levantaram voo onde chegaram até próximo de Santa Cruz de la Sierra.
O piloto disse não saber exatamente onde ficou nesses 17 dias sequestrado. Acrescentou que houve uma briga entre os sequestradores e acabou sendo libertado. Nesta terça-feira (10), ele ligou para familiares informando que estava bem.
Um amigo do piloto foi junto com os policiais até Porto Esperidião, na fronteira com a Bolívia. Em Cáceres, um policial civil se juntou ao comboio, pois conhece os policiais bolivianos. Eles tiveram apoio do Gefron.
Inicialmente, estava previsto depoimento do piloto na Delegacia da Polícia Federal em Cáceres que investiga o caso. No entanto, a Polícia Federal resolveu que o depoimento seria na Superintendência em Cuiabá.
Os policiais informaram que o avião levado pelos sequestradores não foi devolvido. Existe uma suspeita de que esteja com traficantes colombianos. As investigações apontam que esse seria o destino da aeronave.
Histórico
O sequestro ocorreu no dia 1º de dezembro, após o piloto decolar, de forma inesperada, da pista de pouso de Juína, por volta das 7 horas. o piloto estava encarregado de pegar passageiros que vieram de Colniza e fizeram uma escala no aeroporto de Juína. Ele deveria levar os passageiros para a Capital. Antes que os passageiros chegassem à pista de pouso de Juína, César decolou com a aeronave junto com três sequestradores.
Fonte: ADILSON ROSA/MIDIA NEWS
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