Alta Floresta recebeu dia 29 de novembro, o especialista em recursos hídricos da Agência Nacional das Águas (ANA), Rossini Ferreira Matos Sena. Na oportunidade representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, entre outras entidades, conheceram detalhes do Programa Produtor de Águas, que é realizado pela ANA, em todo o território nacional. O encontro foi realizado no Hotel Floresta Amazônica. Posteriormente ao encontro, foram realizadas visitas técnicas em duas propriedades do município e na estação de captação de águas.
O Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional das Águas (ANA), explica que o Programa “Produtor de Águas” paga aos produtores que se dispõem a melhorar a qualidade das águas de sua propriedade. “Normalmente elegemos as bacias de captação de águas que abastecem o município”, explica. Os proprietários participantes precisam fazer algumas readequações em suas propriedades, com objetivo de se evitar erosões.
Em Alta Floresta, será realizado um programa piloto na bacia Mariana. De acordo com levantamento realizado pela equipe técnica do Projeto Olhos D’Água da Amazônia, essa bacia possui área total de 11.861,88 hectares, onde 780 hectares irão participar deste piloto. O levantamento também aponta 196 nascentes na área, onde 94 farão parte da ação.
O coordenador Executivo do Projeto Olhos D’Água da Amazônia, José Alesando Rodrigues explica que o momento permitiu melhor entendimento do “Produtor de Águas”, e também, o caminho para se estabelecer parcerias. “Foi um momento muito proveitoso. Foi possível visualizar a elaboração do projeto Produtor de Águas em Alta Floresta, para agregar ao Pagamento por Serviços Ambiental (PSA), já idealizado pelo município”, explica o coordenador.
Para a secretária de Meio Ambiente, Aparecida Sicuto, essa vinda do representante técnico da ANA possibilita melhor entendimento de todo o trabalho e cria um vínculo com o órgão federal. “Estamos trabalhando no desenvolvimento do PSA em Alta Floresta. A vinda do Rossini esclareceu algumas dúvidas. Teremos mais embasamento teórico para dar andamento aos nossos trabalhos”.
Representantes do Instituto Centro de Vida (ICV), Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT), Comitê de Bacia Hidrográfica da Margem Esquerda do Baixo Teles Pires, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e Companhia Hidrelétrica Teles Pires, participaram do encontro.
Fonte: Fabio Bonadeu/Projeto Olhos D’Água da Amazônia

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