Os senadores Blairo Maggi (PR) e Pedro Taques (PDT), já entrelaçaram diálogos sobre as eleições de 2014. Neste sentido, o PDT, através do presidente da executiva nacional, Carlos Lupi, no final do mês de novembro, disse que o partido pretende manter laços com o PR, visando o apoio de Maggi, a candidatura de Pedro Taques ao governo de Mato Grosso.
Blairo que já garantiu que não pretende entrar na disputa pela cadeira do Palácio Paiaguás, não descarta a possibilidade de vir a apoiar o nome do colega de Parlamento. Porém, o PR é da base governista de Silval Barbosa (PMDB), ao qual o PDT é oposição ferrenha. Neste cenário, o senador Jaime Campos (DEM), partido que também faz parte da oposição e caminha junto com o PDT, disse que para uma futura aliança com o PR, a legenda republicana deverá se desvincular da base peemedebista, entregando assim todos os cargos de primeiro e segundo escalão da gestão Silval Barbosa.
Em defesa do partido, o presidente do PR em Mato Grosso, deputado federal Wellington Fagundes disse que “não será por causa de uma disputa eleitoral que o PR vai mudar a postura” e deixou claro que o partido não precisa sair da base do governo para apoiar Taques. “Na verdade o PR não tomará uma decisão antes de março ou abril. Nosso partido está focado em fazer parte de um projeto que seja voltado para o bem do estado e não vamos ficar envolvidos com essas picuinhas partidárias”, disse Fagundes sobre a fala de Jaime Campos.
O deputado republicano destacou que de início, o PR tem intenção de lançar uma candidatura própria, e que com a resistência de Maggi para encabeçar a disputa ao governo do estado, o partido tem como segundo nome, o ex-prefeito de Água Boa (730 km leste de Cuiabá) e empresário do setor agropecuário, Maurício Tonhá, o Maurição. Fagundes não descarta uma possível chapa pura do partido, tendo em vista que Wellington é o pré-candidato ao Senado Federal. “O PR pode lançar candidatos ao governo e ao Senado e oferecer o projeto a outros partidos que queiram aliar conosco, oferecendo a vaga de vice e suplente. Mas todas essas discussões estarão mais definidas no ano que vem”, destacou.
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| Fonte: Lis Ramalho, repórter do GD |
Em Mato Grosso PR não vai deixar governo e pode ter chapa pura
As articulações para a chapa majoritária no ano que vem, estão quentes entre os partidos e lideranças políticas de Mato Grosso
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