
O delegado de polícia de Juína, Rodrigo Rufatto, que investiga o suposto sequestro do piloto Paulo César Bertoncini Azoia, o Paulinho Pium, que decolou de Juína no último dia 01 de dezembro, disse em entrevista à TV Centro América, que há contradição entre os depoimentos do piloto e de um caminhoneiro que teria visto Paulinho decolar.
O delegado disse à reportagem da afiliada da Rede Globo em Cuiabá, que o caminhoneiro foi a primeira testemunha ouvida por ele e teria declarado que viu Paulinho falar ao telefone antes de entrar na aeronave e decolar, tomando rumo ignorado.
17 dias depois Paulinho entrou em contato com o prefeito de Juara, Edson Piovesan, proprietário da aeronave, dizendo que havia sido liberado na Bolívia e que estaria voltando para casa. O proprietário do avião teria perguntado de se ele precisava de dinheiro ou que alguém fosse buscá-lo e ele respondeu que não, pois os supostos assaltantes haviam lhe dado dinheiro para a viagem de volta.
Paulinho disse que os homens que sequestraram o avião estavam encapuzados, que mantinham uma arma sempre apontada para ele e que dias depois foi deixado na cidade de San Inácio, na Bolívia e que de lá voltou para casa.
O delegado disse na entrevista, que a aeronave, avaliada em torno de R$ 1.300.000,00 (um milhão e trezentos mil reais), é uma das mais visadas para uso em tráfico de drogas.
As Polícias Civil e Federal estão investigando o desaparecimento do avião, mas tratam o caso como cárcere privado e não sequestro, já que não houve pedido de resgate.
O prefeito Edson Piovesan disse que espera que a polícia desvende o caso, para tirar todas as dúvidas sobre o desaparecimento de sua aeronave.
Fonte: Show de Notícias
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