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É incrível como a classe política em peso e alguns outros setores estão apostando em Blairo Maggi para o governo. Mesmo ele assegurando que está fora, grupos querem colocá-lo dentro do processo eleitoral. Acham melhor entregar pela terceira vez o comando do Estado ao hoje senador já testado por 7 anos e 4 meses como chefe do Executivo a ter Pedro Taques na cadeira de governador. E por que Blairo? E por que não Taques? Por que não outros nomes já colocados, como do juiz Julier, do pecuarista Maurição e do empresário Eraí Maggi? Assim como no futebol, cada um tem sua opinião, mas, na política, vem endossada por uma pitada de ideologia, de laços amigáveis e de interesses pessoais e políticos.                                                     Defensores da candidatura Blairo comentam que ele seria a alternativa “mais segura” para ganhar porque a maioria da população o reconhece como bom gestor, acima da média, e que fez muito pela infraestrutura e habitação e conseguiu manter as contas equilibradas. Eximem-no de culpa dos escândalos, como do maquinário, da Conta Única e dos precatórios.                                                                                                               Sobre Taques, a classe política em geral admite que trata-se de uma figura honesta, bem intencionada e que trabalha muito. Então, não seria o ideal elegê-lo governador? Para a classe política, não! Esses mesmos segmentos descem o porrete no senador. Afirmam que ele é centralizador, não confia em ninguém, poderia deixar vários setores inseguros por causa da linha radical e intransigente de não se abrir concessão. Observam ainda que nem sempre quem se destaca no Legislativo, como é o caso do pedetista, se sairia bem no Executivo com tal perfil. Cita como exemplo de fracasso e decepção o ex-deputado Zé do Pátio, com carimbo de honesto e que foi um desastre como prefeito de Rondonópolis.

   Pelo que têm revelado pesquisas quantitativas e qualitativas feitas para consumo interno dos pretensos candidatos e seus grupos, Maggi seria o único que bateria Taques, daí a pressão em cima do senador para entrar no páreo, assim como aconteceu em 2002, quando resolveu disputar faltando 3 meses para as eleições e ganhou no primeiro turno. Quando a sociedade bate cabeça sobre em quem votar - embora tenha quase um ano de prazo pela frente -, é prova de que os nomes colocados não agradam. Aí, tenta se agarrar no menos pior daqueles que se predispõem a passar pelo teste das urnas.
Fonte: RD News

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