Universitária de Rondonópolis pode quebrar "jejum" de 45 anos do Brasil sem o título
No próximo sábado (9), a estudante universitária mato-grossense Jakelyne Oliveira, 20 anos, disputa o o concurso Miss Universo como representante do Brasil.
Jakelyne, que é natural de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), está desde o dia 20 de outubro em Moscou, capital da Rússia, onde será realizado o evento.
Esta é a oportunidade de o Brasil eleger, pela terceira vez, a mulher mais bonita do mundo.
A gaúcha Ieda Vargas e a professora baiana Martha Vasconcelos já sustentaram a coroa de Miss Universo em 1963 e 1968, respectivamente.
Cinco vezes o país teve candidatas que quase chegaram ao título, ocupando a segunda colocação. Foi assim com Martha Rocha (1954), Terezinha Morango (1957), Adalgiza Colombo (1958), Rejane Vieira Costa (1972) e Natália Guimarães (2007).
Jakelyne Oliveira vai disputar o título com outras 89 misses. Hoje, a faixa, o cetro e a coroa estão com a norte-americana americana Olívia Culpo, vencedora do concurso em 2012.
Além da beleza, o júri vai avaliar simpatia, postura, oratória e solidariedade. O cantor Steven Tyler, da banda Aerosmith, vai compor o quadro de jurados do concurso.
O evento será transmitido ao vivo pelo canal pago TNT, direto de Moscou, a partir das 16h (horário de Brasília).
A TV Bandeirantes fará a transmissão do, gravado, a partir das 21h15 (hora local).
Bandeira
Jakelyne Oliveira foi coroada a nova Miss Brasil no dia 28 de setembro. A mato-grossense desbancou as outras 26 candidatas e conquistou o posto de mais bela do país.
A segunda colocada foi a Miss Minas Gerais, Janaína Barcelos; e o terceiro lugar ficou com a Miss Bahia, Priscila Cidreira.
Após a eleição, a Miss Brasil revelou, em entrevista ao MidiaNews, que tem como bandeira ajudar organizações não-governamentais (Ongs) que tratam de crianças com Síndrome de Down. Ela tomou a decisão porque sua irmã Giovana, 5 anos, nasceu com a síndrome.
“Eu tenho uma irmã com Síndrome de Down, e ela precisa de tratamento. A minha família não tinha condições para dar esse apoio a ela. Então, a primeira coisa que eu fiz, na hora em que eu assinei o contrato e vi as oportunidades, foi ligar para minha mãe e falei: 'Mãe, vai amanhã numa fonoaudióloga e já marca para a Giovaninha fazer tratamento”, disse Jakelyne.
Jakelyne, que é natural de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), está desde o dia 20 de outubro em Moscou, capital da Rússia, onde será realizado o evento.
Esta é a oportunidade de o Brasil eleger, pela terceira vez, a mulher mais bonita do mundo.
A gaúcha Ieda Vargas e a professora baiana Martha Vasconcelos já sustentaram a coroa de Miss Universo em 1963 e 1968, respectivamente.
Cinco vezes o país teve candidatas que quase chegaram ao título, ocupando a segunda colocação. Foi assim com Martha Rocha (1954), Terezinha Morango (1957), Adalgiza Colombo (1958), Rejane Vieira Costa (1972) e Natália Guimarães (2007).
Jakelyne Oliveira vai disputar o título com outras 89 misses. Hoje, a faixa, o cetro e a coroa estão com a norte-americana americana Olívia Culpo, vencedora do concurso em 2012.
Além da beleza, o júri vai avaliar simpatia, postura, oratória e solidariedade. O cantor Steven Tyler, da banda Aerosmith, vai compor o quadro de jurados do concurso.
O evento será transmitido ao vivo pelo canal pago TNT, direto de Moscou, a partir das 16h (horário de Brasília).
A TV Bandeirantes fará a transmissão do, gravado, a partir das 21h15 (hora local).
Bandeira
Jakelyne Oliveira foi coroada a nova Miss Brasil no dia 28 de setembro. A mato-grossense desbancou as outras 26 candidatas e conquistou o posto de mais bela do país.
A segunda colocada foi a Miss Minas Gerais, Janaína Barcelos; e o terceiro lugar ficou com a Miss Bahia, Priscila Cidreira.
Após a eleição, a Miss Brasil revelou, em entrevista ao MidiaNews, que tem como bandeira ajudar organizações não-governamentais (Ongs) que tratam de crianças com Síndrome de Down. Ela tomou a decisão porque sua irmã Giovana, 5 anos, nasceu com a síndrome.
“Eu tenho uma irmã com Síndrome de Down, e ela precisa de tratamento. A minha família não tinha condições para dar esse apoio a ela. Então, a primeira coisa que eu fiz, na hora em que eu assinei o contrato e vi as oportunidades, foi ligar para minha mãe e falei: 'Mãe, vai amanhã numa fonoaudióloga e já marca para a Giovaninha fazer tratamento”, disse Jakelyne.
Fonte:DÉBORA SIQUEIRA/MIDIA NEWS

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