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Após manifestação do público, Maggi diz que pode repensar candidatura


Cresce o movimento político para demover Blairo Maggi (PR) da resistência à terceira candidatura ao governo estadual. Ele próprio tem se surpreendido quando aparece em público. Encontra sempre um grupo de pessoas que incentiva-o a encarar o teste das urnas, argumentando que faltam boas opções de nomes à sucessão estadual. Na última quinta (17), numa das poucas visitas a municípios feitas nos últimos 3 anos acompanhado do governador Silval Barbosa - só esteve com Silval em Rondonópolis na visita da presidente Dilma e em vistoria à Arena Pantanal, em Cuiabá, na semana passada -, Maggi sentiu de perto a pressão pelo projeto de candidatura. Visitou Alto Paraguai, onde prestigiou lançamento de um projeto de psicultura, e depois Nova Marilândia, para ato de inauguração de um trecho da MT-160, ligando o município à BR-364. Maggi voltou à região pela primeira vez como senador e após ter deixado a cadeira de governador, ocupada por 7 anos e 3 meses, de janeiro de 2003 a março de 2010.
A maior surpresa vivida pelo senador foi minutos antes de fazer discurso na cerimônia que marcou ampliação da estrutura da usina de biodiesel BioPar, inaugurada em 2007 em Nova Marilândia. Estavam presentes o governador Silval e a primeira-dama e secretária Roseli Barbosa, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, deputados federais, como Wellington Fagundes (PR) e Carlos Bezerra (PMDB), e estaduais, 15 prefeitos da região e outras lideranças, como o suplente de senador Cidinho dos Santos. Assim que o cerimonial anunciou o nome de Maggi para o discurso, eis que tocaram o jingle da campanha dele de 2002. O público reagiu, cantando “Tá na palma da mão...”. Em clima eleitoral, soltaram até fogos
Surpreso, Maggi sorriu e quis saber quem teria feito “aquilo”. Cidinho, maior interessado em ver Maggi voltar ao Palácio Paiaguás para ficar com a cadeira de senador, jurou que não fora ele o responsável.

O fato é que Maggi se empolgou. Comentou depois que manifestações como as recebidas em Nova Marilândia, onde visitou por 9 vezes na época de governador, deixam-no feliz e disposto a repensar a ideia de candidatura. Mesmo assim, avisou que não pretende encarar o teste das urnas de 2014.

A pressão sobre Maggi é pelo fato dele figurar como preferido nas intenções de voto. Já fora do páreo, abre-se brecha para consolidação da pré-candidatura do senador Pedro Taques (PDT), com quem a classe política tem dificuldades de diálogo. 

Fonte: ROMILSON DOURADO/ RDNEWS
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