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Durante reunião em Juína para definir os trechos de trabalho da 174 para cada município participante do movimento que forçou o governo do estado a liberação de 4 milhões, ficou definido que Colniza ficará responsável pelo trecho até o rio Canamã.
O governador Silval Barbosa quis recuar na proposta feita durante a reunião com staff do governo e o legislativo em Cuiabá, ele afirmou que poderia repassar na primeira parcela apenas 400 mil dos 2 milhões combinados, mas os vereadores não concordaram e o governo cedeu. De acordo com o presidente da Câmara de Colniza, Élpido da Silva(PR) o repasse de 2 milhões para as contas do SIMNO, (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Noroeste) deve ocorrer até sexta-feira (20).
Para a MT 206, no trecho que liga Colniza ao Três Fronteiras, passando pelo distrito Guariba, nenhuma novidade por parte do governo foi anunciada esta semana. Silval Barbosa disse no primeiro encontro em Cuiabá que a empresa GeoSolo estaria sendo contratada para realizar a recuperação do trecho, mas até agora nenhuma máquina está na estrada.
“Se o governo não cumprir esse acordo nos próximos dias, vamos trancar sem nenhuma dúvida o Trevo do Lagarto, pois o movimento continua de pé” declarou Élpido que encabeçou o protesto.
De fora
Parece que houve uma inversão de papéis, a falta de participação efetiva do executivo na reivindicação foi notada somente em Colniza e Cotriguaçu, de acordo com o líder da Câmara todos os demais municípios tiveram o apoio de suas prefeituras, os prefeitos não tiveram medo de ir contra Silval Barbosa, já que a maioria é do PMDB.
“Não é porquê estou do lado de uma pessoa que não vou cobrar” afirmou o vereador, reafirmando que só o prefeito de Colniza  Assis Ramos (PMDB) e a prefeita de Cotriguaçu Rosangela Nervis (PMDB) ficaram “de fora” do movimento.
Fonte: Ivonei Cheminski - Colnizanews
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