O presidente regional do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, acredita que a Executiva nacional do PDT, sob Carlos Lupi, vai promover uma intervenção no Estado, caso o senador Pedro Taques e o presidente estadual da legenda, deputado Zeca Viana, concretizem a coligação com o DEM, PSDB e PPS nas eleições do ano que vem. “O presidente nacional não admite que o PDT vá com a direita. Está excluída essa aliança”, afirmou Bezerra nesta segunda (2), no Palácio Paiaguás, momentos antes de reunião com o governador Silval Barbosa (PMDB).
Conforme Bezerra, o próprio Lupi tem assegurado isso durante as reuniões com lideranças da base da presidente Dilma Rousseff (PT). “O PDT não tem conversa. A direção nacional vai acompanhar e não admite que o PDT manche a sua história”. As afirmações ocorrem um dia após Taques, o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (presidente do PPS), e o deputado federal Nilson Leitão (presidente do PSDB) debaterem a possibilidade de união entre os 5 partidos que são oposição a Silval: PSB, PPS, PSDB, DEM e PDT.
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"Nacional acompanhará e não admite que
PDT manche sua história", Carlos Bezerra
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"Nacional acompanhará e não admite que
PDT manche sua história", Carlos Bezerra
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A ideia é viabilizar uma ampla aliança em torno da pré-candidatura de Pedro Taques ao Governo e ficou acertado que a cúpula das siglas vai se reunir nos próximos 10 dias, em Brasília. Bezerra, por suas vez, tem tratado das questões relacionadas ao PDT com o próprio Lupi.
Alianças
Se de um lado a ida do PDT para o grupo de Silval parece depender de uma intervenção nacional, de outro, a manutenção da aliança com o PT é cada vez mais consolidada. Conforme Bezerra, as siglas estão estreitando ainda mais o diálogo e vão caminhar juntos no ano que vem.
Por outro lado, o PMDB, embora o cacique amenize, vive um início de crise com o PR, que estuda romper com Silval. Lideranças republicanas dizem que o governador mantém o orçamento contingenciado das secretarias, o que impede a execução de várias tarefas e a atuação dos integrantes do primeiro escalão não traz resultado na ponta. Os republicanos, inclusive, ensaiam aproximação com o grupo de Taques.
O presidente regional do PMDB pontua ainda que até dezembro haverá uma “luz” sobre quais são os pré-candidatos à sucessão de Silval Barbosa. O peemedebista minimiza a falta de opções do grupo e acredita que é possível construir uma candidatura em torno de nomes que, hoje, pareçam inviáveis. “Nós vamos discutir, não tem negócio de nome. Silval quando entrou na disputa tinha 2% das intenções de votos e ganhou”, recorda. Entre as possibilidades ligadas ao grupo está o nome do juiz federal Julier Sebastião da Silva – assediado pelo PT e PCdoB; e o ex-prefeito de Água Boa, Maurição Tonhá (PR).
Fonte:Patrícia Sanches/RD News
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