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Faltando pouco mais de um ano para eleições, a deputada estadual Luciane Bezerra (PSB) ainda não sabe se permanece na sigla, que em Mato Grosso é comandada pelo deputado federal Valtenir Pereira. Ao que tudo indica, se houver ruptura com a legenda, a parlamentar deve migrar para o PDT do senador Pedro Taques. “Nunca escondi o meu carinho pelo PDT”, afirmou ao RDNews, nesta terça (10).
  Ontem (9), a deputada se reuniu com Valtenir para alinhar as agendas políticas. No encontro, os representantes do PSB debateram estratégias para as eleições do ano que vem, inclusive arquitetaram visitas aos municípios para dialogar com a militância sobre 2014. Mesmo estreitando o trabalho com Valtenir, no entanto, Luciane ainda analisa a permanência no partido. “Por mais que eu tenha vontade de ficar, ainda há dificuldades, e sempre as mesmas”, disse, se referindo à conturbada relação com o companheiro de sigla.
  Luciane ressaltou que busca mais espaço na política, um dos motivos que levaram a socialista a articular o já abortado Mobilização Democrática - partido que seria uma espécie de refúgio para vereadores, prefeitos e deputados descontentes com suas siglas. A legenda, entretanto, não teve tempo de nascer e foi extinta há pouco mais de um mês devido a impasses jurídicos.
  Por outro lado, mesmo não escondendo as divergências com Valtenir, a deputada reconhece que deve somar com o PSB. Conforme Luciane, os últimos diálogos com o deputado federal têm demonstrado uma nova visão sobre as próximas eleições - fato que fortalece sua permanência. “A conversa está ficando boa exatamente nesse ponto, de melhorar a construção do partido”, salientou.
   Além disso, outro fator que deverá ser levado em consideração pela direção estadual do PSB é que a deputada busca dobradinha com o marido Oscar Bezerra (PSB), ex-prefeito de Juara. A permanência de Luciane está diretamente ligada à candidatura do marido à Câmara Federal, o que não agrada Valtenir, já que ele também disputará novamente a cadeira que ocupa hoje em Brasília. “Temos que somar e não ser estorvo dentro do partido. Nosso projeto é mais delicado no sentido de ver onde vamos ficar para que haja a dobradinha. Precisamos dessa definição. É preciso, ainda, sair da conversa e partir para a ação”, avaliou Luciane.
Fonte:  Camila Cecílio/RD News
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