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Unidades vão contribuir para a fiscalização dos clandestinos, que podem ser mais de 60 mil, conforme estimativa da Marinha



Instalação de novas hidrelétricas, como a de Juruena, vai aumentar número de barcos e demais embarcações


Mato Grosso tem 21.023 embarcações registradas pela Marinha do Brasil, porém, estima-se que pelo menos o triplo do número trafegue pelos rios e lago do Estado de forma clandestina.

Para tentar inibir a ação ilegal, a Marinha do Brasil vai instalar mais três Agências da Capitania dos Portos em Mato Grosso. A informação foi dada pelo comandante do 6º Distrito Naval, contra-almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, que esteve na última semana em Cuiabá. A medida atende a Estratégia Nacional de Defesa (END) instituída em 2008 pela Presidência da República.

De acordo com o almirante Edervaldo Teixeira, foi feito um levantamento pela Diretoria de Portos e Costas (DPC) para a escolha das cidades mato-grossenses. \"O estudo levou em consideração a quantidade de embarcações, as distâncias envolvidas e a instalação de futuras hidrelétricas no Estado, o que irá propiciar a formação de lagos, consequentemente, aumentar o número de embarcações\", informou.

Os municípios escolhidos são Juruena, Alta Floresta e Sinop, que também foram visitados pelo contra-almirante na semana passada. Nas três localidades, Edervaldo Teixeira buscou junto aos gestores municipais a doação de áreas para a construção da sede das Agências e das casas dos militares. Cada unidade, deverá contar com cerca de 15 militares.

\"Em Sinop já temos o terreno, que está na Câmara de Vereadores para aprovação\", comentou. O mesmo interesse, conforme o almirante, foi demonstrado pelos gestores municipais e vereadores das outras duas cidades. \"Em breve devemos começar a construção\", reforçou. Com jurisdição no Estado, o 6º Distrito Naval está situado em Ladário (MS), que responde pelas Agências Fluviais da capital e de Cáceres. Há ainda, a de São Félix do Araguaia, que está sob a jurisdição do 7º Distrito Naval, em Brasília.

Conforme Edervaldo Teixeira, a preocupação é com tráfego aquaviário. \"Ampliando a presença da Marinha aumenta a segurança da navegação e é importante para a salvaguarda da vida humana\", destacou. Nesse sentido, a instalação das Agências irá facilitar para quem pretende conduzir uma lancha ou barco de forma profissional ou amadora. \"As pessoas que têm embarcação e não registram por causa das distâncias passarão a ter o serviço mais perto delas\", observou.

Além de emitir a habilitação para amadores, a Marinha realiza cursos para aquaviários, ou seja, àquela pessoa com habilitação certificada pela autoridade marítima para operar embarcações em caráter profissional. O curso para aquaviários habilita o aluno a exercer as funções inerentes aos aspectos de emergência, sobrevivência, segurança, primeiros socorros, regras de manobras e noções de navegação. 


FONTE:JOANICE DE DEUS/DIÁRIO DE CUIABÁ
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