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A greve deflagrada na rede estadual de ensino de Mato Grosso completa nesta segunda-feira (26) duas semanas sem nenhuma perspectiva de chegar ao fim. Ao todo, mais de mais de 450 mil alunos encontram-se fora das salas de aulas à espera do retorno.

De um lado, o movimento grevista alega que até agora o governo sequer demonstrou interesse em negociar com a clategoria dos profissionais da educação e afirma permanecer em greve por tempo indeterminado.

Do outro, o governador Silval Barbosa (PMDB) sustenta não ter condições de atender às reivindicações dos professores, faz uma defesa ampla do trabalho do secretário Ságuas Moraes (PT) na Secretaria de Estado de Educação e afirma que só vai negociar com o Sindicato dos Trabalhadores (Sintep) quando a categoria voltar ao trabalho.

“Quando a greve acabar, vou recebê-los sem problemas, para continuar o diálogo. Já fizemos isso recentemente e não terei problemas em fazê-lo novamente”, observou o governador em entrevista concedida na semana passada.

Atualmente, de acordo com a categoria, o piso salarial de um profissional de nível médio que atua 30 horas semanais é de R$ 1.569,18. Em sua pauta de reivindicações os trabalhadores exigem a aplicação dos 35% dos recursos do Estado em educação, como determina a Constituição de Mato Grosso.

Além disso, exige também a “realização de concurso público, cumprimento da hora-atividade, investimento nas unidades escolares e compromisso de valorização profissional do trabalhador por meio da dobra do poder de compra em um prazo estabelecido de no máximo sete anos”.

Uma assembléia geral da categoria está prevista para acontecer nesta segunda-feira (26) e deliberar acerca do movimento grevista.

Fonte: Olhar Direto
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